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25/03/2009 - 12:20

Vários ataques

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Começo com o Corinthians, claro. Afinal errei, para variar, meu palpite no clássico. Como se todo mundo sempre acertasse palpite de clássico. Deveria fazer como todo mundo e repetir a ladainha: ‘clássico é clássico… não tem favorito’. Mas eu não aprendo e nem pretendo aprender.

O futebol sempre prega peças. Acho só engraçado que nos comentários tenha tanta gente intolerante com a opinião alheia e confunda as coisas. De qualquer forma, viva o futebol.

Douglas fez seu melhor jogo do ano e Dentinho brilhou na linda cabeçada. Bom saber que dá para dar um tempo a Ronaldo, dentro e fora de campo. Pelo menos até hoje. Eu estarei lá, aliás.

Santos

Será que esse montoado de bons jogadores vai virar um time? E eu vou dar um tempinho ao Neymar. Falei demais dele semana passada. Só acho uma coisa. Temque ir sim para a Sub-17. Não pode queimar esta etapa do garoto.

Nilmar e Taison

E o passe de ombro do Nilmar ontem? E o de calcanhar? Três dele, três do Taison. O melhor ataque do Brasil, se é que dá para fazer essa comparação em tempos de estaduais.

E a gente só tem a mesma pergunta a fazer. A mesma do ano passado:

“O Colorado vai ser favorito só no papel de novo para os títulos nacionais este ano ou vai vingar?”

Keirrison e Ortigoza?

E o Luxa ontem resolveu prestigiar o Jéci, hein? O cara faz um gol contra aos 12 minutos do primeiro tempo e foi substituído aos 27 do primeiro tempo. Tudo bem que foi para inverter o esquema de três zagueiros. Mas em casa ainda. E, claro, o cara que entrou no lugar, virou o jogo.

Fora isso, o Palmeiras finalmente parece não ter mais um jogador apenas que sabe se posicionar na área. Em outros tempos, essas duas bolas só teriam sobrado para o Keirrison. Mas sobraram para o Ortigoza.

Maradona, Tevez, Messi e Aguero

Tudo bem que o jogo é contra a Venezuela em casa. Mas Maradona enche os olhos da boleiragem ao escalar Tevez, Messi e Aguero no ataque da Argentina. Programão para sábado às 19h10.

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Futebol Internacional Tags: , , , , , , ,
19/03/2009 - 11:40

Sobre o clássico de domingo do Paulistão

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– Coloca o Ronaldo no seu time, cria um monte de expectativa em todos, deixa ele fazer dois gols decisivos em dois jogos. Agora tira ele de campo… Resultado: o mais chato dos domingos de futebol dos últimos tempos. E a sensação é a de que, mesmo que fosse 3 x 0 para o Corinthians, ou 4 x 2 para o Santo André, ia continuar sendo chato.

– Essa é a primeira das consequências ruins de não ter Ronaldo em campo. A diminuição do interesse geral. A outra…

– …bem, a outra, é que o time do Corinthians é fraco do meio para frente, ‘me desculpem’ dizer. Ronaldo não merecia um time fraco assim nessa sua volta meia bomba.

– O Fred, que tá muito mais em forma e, ao contrário do Fenômeno, ainda tem que provar futebol, olha para o lado e vê Thiago Neves e Conca. Ronaldo não vê nada. Vê Dentinho ainda em formação, talvez.

– Sou capaz de dizer que três reservas do São Paulo já davam para o gasto para o Corinthians jogar o triplo do que joga: Arouca, Hugo e Dagoberto.

– Falei do São Paulo e do Fluminense, mas olha essa lista ‘meio para frente’ do Santos: Madson, Lucio Flavio, Bolanos, Molina, Paulo Henrique, Kleber Pereira, Roni e Neymar. Se dá para o gasto? Eu acho que dá inclusive para o título.

– Perdi duas chances seguidas de ver Neymar em campo e fazer o meu Direto da Arquibancada lá. E vou perder a próxima porque resolveram colocar um show de música que vou comparecer na capital paulista no mesmo horário do clássico Corinthians x Santos. Mas depois a prioridade é dele.

– Pelos oito bons jogadores do Santos, pela vontade do Mancini, pelo Neymar e por um time mais consistente, aponto o Santos favorito para domingo.

– Só não cravo porque do outro lado tem Corinthians em casa.

– E tem Ronaldo…

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro Tags: , , , ,
18/03/2009 - 11:45

Sobre Neymar

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Estou ensaiando há uma semana de escrever sobre o Neymar.

Aí eu abro a coluna do Tostão hoje e leio as palavras da salvação logo nos dois primeiros parágrafos:

Comentarista esportivo não deveria ser ansioso, apressado, chamar uma promessa de craque, ser amigo de atletas, técnicos e dirigentes, entrar para a turma do oba-oba nem ser um refém da indústria do entretenimento, que quase só pensa em promover o espetáculo, aumentar a audiência e vender mais anúncios.

Por outro lado, comentarista não deveria, em situações especiais, ter medo de se encantar por um jogador no início da carreira. Domingo foi um dia especial. Vi a primeira partida de Neymar, 17 anos, como titular do Santos. Fiquei empolgado, como fiquei quando vi pela primeira vez Zico, Ronaldo, Ronaldinho, Romário e outros.

Esse segundo parágrafo me encanta. Os chatos do futebol querem acabar com a emoção de ver um craque surgindo. Querem saber só de encher a paciência pela cor da chuteira dele, pelo contrato, pelo empresário, ou porque não deu entrevista a este ou aquele veículo.

Perde-se a essência. A essência do garoto surgindo, venha ele ser um craque ou não e isso pouco importa.

Ainda fico atordoado quando lembro da tarde de domingo em que fui ao parque Antarctica ver a estreia do tal Alexandre Pato. Não sei o que será do Pato (ainda que ele esteja indo muito, mas muito bem) mas aqueles 45 minutos iniciais jamais sairão da minha memória.

Mas não precisa dizer mais nada. Não leia aqui… vá logo ler por lá na coluna do Tostão.

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro Tags: ,
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