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28/09/2012 - 10:36

Para inglês ver

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Brasil x África do Sul, no Morumbi, não valia nada. Se um pai resolvesse levar a esposa e dois filhos para ver o jogo, gastaria 240 reais. E encarar, assim, o desconforto para ir e voltar ao Morumbi, uma quantia razoável para estacionar o carro e a chatice de não ter lugar marcado para sentar.

Veja só quanta diferença.

Na minha caixa de entrada, hoje, recebi um email marketing para eu comprar ingressos para o jogo oficial das Eliminatórias para a Copa de 2014, quando o English Team recebe San Marino em Wembley. O ingresso, mesmo convertendo moeda a moeda sem levar em conta o poder aquisitivo de cada um dos países, é mais barato na Inglaterra. Com 60 libras, cerca de 200 reais, dois adultos e duas crianças pegam um confortável trem até Wembley e assistem ao jogo no mais confortável dos estádios, coberto para a torcida, quentinho, gramado impecável e com lugar marcado.

E, convenhamos, time por time, este Inglês deve ser um dos piores dos últimos tempos, ou de todos. Ou seja, promoção de ingressos é o mínimo. Comprando, o torcedor ainda ganha prioridade para os ingressos do amistoso contra o Brasil.

O que mais espanta este blogueiro é que a Seleção ainda reclama. Segundo matéria de Marcel Rizzo na última quinta na Folha de São Paulo, os dirigentes acreditam que o problema é que o ingresso é muito barato. Reproduzo trecho da reportagem:

Segundo Del Nero(Marco Polo, vice-presidente da CBF), a ISE e a Pitch (empresas que negociam os amistosos da Seleção) tiveram prejuízo nos amistosos organizados neste mês. No dia 7, o Brasil bateu a África do Sul (1 a 0) em São Paulo e, no dia 10 derrotou a China (8 a 0) em Recife. Os estádios não encheram.

“Os valores dos bilhetes no Brasil são muito baixos. Eles tiveram prejuízo, não é algo tão simples”, disse Del Nero. Representantes da empresa não foram encontrados.

Pois é.

Imagina na Copa…


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25/06/2010 - 17:36

O cotovelo do Capello

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Pessoal fala do Maradona, mas Fabio Capello é muito mais espetáculo no banco da Copa. O emprego de auxiliar dele durante a partida já pode ser considerado o pior emprego do mundo. Veja você mesmo. Espetáculo!

Autor: - Categoria(s): Copa do Mundo, Videos Futebol Tags: , ,
24/06/2010 - 10:52

Grandes momentos da Copa

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John Terry até o chão…

Autor: - Categoria(s): Copa do Mundo, Videos Futebol Tags: , ,
14/06/2010 - 09:34

Bottom 3 do primeiro final de semana da Copa

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Não vai ser difícil escolher os três piores após o primeiro final de semana da Copa. Nos seis jogos, não faltou papagaiada em campos sul-africanos, todos os três em lances que definiram a partida.

3 – Chaouchi (Argélia)

Não chega a ser um Green, que teve o frango nas mãos e deixou ele escapar. Mas a falha do goleiro argelino é daquelas para a Fifa atualizar o vídeo de grandes falhas da história da Copa.

2 – Kuzmanovic (Sérvia)

Eu acho que ele foi ainda pior que o goleirão argelino. No lance que ele cometeu o pênalti não tem desculpa da bola, de nada. Pífio. Resta lamentar que a Sérvia perdeu de Gana graças a esse lance.

1 – Green (Inglaterra)

Se Chaouchi falhou, eu não sei como chama o que aconteceu com Green. O goleiro do West Ham virou uma piada dele mesmo depois de seu lance contra os Estados Unidos, que definiu o empate.

Autor: - Categoria(s): Copa do Mundo Tags: , , , , ,
11/06/2010 - 11:58

Cinema Perna-de-Pau

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Por Maurício Targino

Em seus primeiros minutos, The Game of Their Lives (que no Brasil foi “fielmente traduzido” para Duelo de Campeões) até promete ser um filme se não excelente, ao menos honesto em sua intenção de resgatar um dos fatos mais impactantes da história do futebol: a vitória da modesta Seleção dos EUA sobre a poderosa Inglaterra na Copa de 1950.

Nas arquibancadas do estádio Robert F. Kennedy em Washington, minutos antes de começar o All-Star Game da Major League Soccer em 2004, está Dent Mcskimming, o único jornalista norte-americano que cobriu a ida do time norte-americano ao Mundial do Brasil. Em off, ele narra a história.

O fato de que o verdadeiro Dent McSkimming morreu em 1976, a princípio não chega a incomodar. Afinal, se está diante de um típico filme norte-americano de Sessão da Tarde. Mas os problemas da película dirigida por David Anspagh começam aí.

No início de 1950, numa pequena comunidade de St Louis, alguns jovens veteranos da II Guerra Mundial começam a se destacar jogando soccer. Quando a Federação Norte-Americana resolve fazer uma seletiva para escolher os jogadores que representarão o país na Copa do Mundo de 1950, eles vêem uma oportunidade de mudar suas vidas e entrar para a história. Sim, você já viu esta história com outra embalagem em outros filmes.

Daí em diante, vemos a preparação, os conflitos, os dramas, tudo contado de forma mais do que convencional (e repleto de inaceitáveis “liberdades criativas”) até a apoteótica vitória sobre os esnobes ingleses.

O elenco tem algumas caras conhecidas como Gerald Butler (300), como o goleiro Frank Borghi, Wes Bentley (Beleza Americana), como o capitão do time Walter Bahr, além de Patrick Stewart como o velho Dent McSkimming. Todos em atuações corretas, mas nada que influencie positiva ou negativamente suas carreiras.

As cenas de futebol são irregulares, pouco convincentes em vários momentos. Mas não chegam a ser o que torna The Game of Their Lives um filme ruim. Isso cabe às já citadas “liberdades criativas” do roteiro de Angelo Pizzi, inspirado no livro homônimo de Geoffrey Douglas. Isso sem contar a intragável trilha sonora de Angelo Roos, que mata por completo qualquer possibilidade de gostar do filme.

Joe Gaetjens, atacante de origem haitiana que marcou o gol da vitória sobre os ingleses, é retratado de maneira ridícula e seu triste fim (desapareceu durante a ditadura de Papa Doc Duvalier no Haiti) não é mencionado.

Dentre as distorções históricas do roteiro, a que mais irrita é a relacionada à campanha dos EUA na Copa. A partida de estréia, derrota por 3×1 para a Espanha em Curitiba, sequer é mencionada. Quem não sabe o mínimo de história do futebol imagina que a vitória sobre a Inglaterra no estádio Independência em Belo Horizonte (ridiculamente encenado no estádio da Laranjeiras, no Rio, com os prédios ao redor aparecendo várias vezes) foi a estréia da equipe.

Recife, onde os EUA fizeram sua derradeira partida na Copa (derrota por 5 a 2 para o Chile) é citada apenas como o local de uma base norte-americana que irá disponibilizar um avião para levar a equipe até Belo Horizonte. Como o filme mostra a equipe hospedada no Rio de Janeiro, mesmo sem ter realizado nenhuma partida lá (exceto nas filmagens), fica a impressão de que foi mera desculpa para a equipe do filme curtir a Cidade Maravilhosa.

Curiosidades: Stan Mortensen, craque inglês da época, é interpretado por Gavin Rossdale, vocalista da banda Bush, que fez relativo sucesso em meados da década de 1990; e o correspondente da BBC no Brasil, Tim Vickery, aparece rapidamente como locutor da rádio BBC na partida retratada no filme.

Ao final dos noventa minutos do filme, fica a sensação de ter assistido uma partida de amadores jogando sem vontade. Mas é um caso típico de filme ruim que deixa uma lição importante: a de como é possível estragar por completo uma grande história através da maneira de contá-la.

PS: não confundir com o documentário de 2002 também chamado The Game of Their Lives, que fala da Seleção Norte-Coreana que disputou a Copa de 1966. Esse sim é um grande filme.

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24/05/2010 - 14:30

Confrontos engasgados da Copa 2010 – Inglaterra x EUA

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Inglaterra x EUA – Grupo C – Estádio Royal Bafokeng, Rustenburgo – 12 de junho, 15:30

17 dias após a partida entre ingleses e norte-americanos pela Copa 2010 serão exatos 60 anos de uma outra partida histórica entre ambos. Na Copa de 1950 as duas equipes se enfrentaram pela primeira vez. A Inglaterra, inventores do futebol e que se julgavam a melhor equipe do mundo, participava de uma Copa pela primeira vez e vinha de uma vitória sobre o Chile por 2×0 na estréia. Estados Unidos, com uma equipe semi-profissional, perdera por 3×1 para a Espanha.

No entanto, os cerca de 10 mil presentes no Estádio Independência em Belo Horizonte presenciaram aquela que é considerada a maior zebra da história dos mundiais. Aos 38 minutos de jogo, Joe Gaetjens, haitiano de nascimento e que trabalhava como cozinheiro quando convocado para defender a seleção ianque, marcou de cabeça o único gol da partida. O resultado causou tanta perplexidade que muitos jornais da Inglaterra, ao receberem a notícia “England 0x1 USA” julgaram ser um erro de digitação e publicaram que o English Team vencera por 10×1. Desde então, os EUA só voltaram a vencer seus ex-colonizadores uma vez, num amistoso em 1993. A Inglaterra venceu os outros sete encontros, incluindo um 10×0 em 1964. Mas aquela partida de 29 de junho de 1950 não sai da cabeça dos ingleses. Nem dos norte-americanos, que podem bater no peito e dizer que NUNCA perderam da Inglaterra em Copas.. já que jamais se enfrentaram depois disso.

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12/02/2010 - 16:50

Falar em Inglaterra…

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england_away_kit_2010

A banda Kasabian apresenta o uniforme 2 da seleção para a Copa. Já tenho o uniforme 1, branco e de manga longa (no meu caso), e a camisa verde, de goleiro. Falta essa.

Achei muito legal o jeito de lançar a camisa. Diferente dos jogadores de sempre posando e tal. Espero que tenha uma continuação por aí…

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01/12/2009 - 20:38

Posse de bola pouca é bobagem

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Não. Este time ‘chato’ não é treinado pelo Parreira. É o Doncaster Rovers, da Inglaterra, que joga a Football League, ou segunda divisão. Mais de um minuto e meio com a posse de bola, incluindo alguns passes de primeira. Para parar, só na falta. Pior, só na terceira tentativa de falta.

Me lembrou essa jogada de 2007, com a pequena diferença do final feliz.

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14/10/2009 - 22:21

Uma noite em Wembley

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– Os portões do estádio de Wembley ainda estão fechados quando o locutor oficial fala: ‘Este é um jogo que corre de acordo com as regras da FIFA e, por isso, não haverá venda de bebidas alcoólicas dentro do estádio. Sentimos muito.’

– Mais ou menos assim, pedindo desculpas, os portões do novo estádio Wembley, casa da seleção inglesa de futebol, se abriram para a última partida válida pelas Eliminatórias, contra a Bielo-Rússia.

– Um estádio impecável. Coberto para todos os torcedores (descoberto apenas no gramado), com cadeiras numeradas e capacidade para 90 mil pagantes. Acesso fácil, metrô tanto da Jubilee como Metropolitan lines.

– Dentro, propaganda intensa da campanha da Inglaterra para sediar a Copa de 2018. No telão, o tempo de jogo, o replay das jogadas, e os melhores momentos no intervalo. O futebol como ele deveria ser no estádio (ninguém perde nada).

– Sem álcool, mas com apostas. Legais, diga-se. Ao lado dos belos sanduiches (comi um cheeseburguer, batatas e refri por 7 libras – calcula aí que tô com preguiça), vários quiosques da Betfred. Como eu vou a fundo na blogagem, resolvi colocar 5 libras que Rio Ferdinand (criticado a semana toda) marcaria o primeiro gol. Calma que eu posso explicar. Essa aposta pagava 25 libras pra 1 libra apostada. Mas tinham várias outras, como a trivial quem vence o jogo. Ou qual será o placar. E as filas para jogar são maiores do que as para comer sanduíche.

– Enquanto isso, no som ambiente, claro, rock e pop. Do Killers do Muricy ao Michael Jackson. No telão, Noel Gallagher fala que você deveria jogar futebol. Sim, a FA, Associação de Futebol da Inglaterra, faz propaganda do esporte. E todos eles divulgam o amistoso contra o Brasil em novembro, ‘number one team in the world’.

O jogo: Inglaterra classificada para a Copa de 2010. Bielo-Rússia. Bem, a Bielo-Rússia, nunca fez mal a ninguém… English Team sem Rooney e Gerrard, seus dois principais jogadores. Mas com os locais do Chelsea Lampard e Terry, com o ameaçado Rio Ferdinand e com vários outros precisando mostrar serviço para Capello, como Barry, Agbonlahor e Crouch. A escalação, com o áudio oficial do estádio, aqui. E o hino do Jenson Button e do Lewis Hamilton, cantado pelo estádio todo, em outro áudio, aqui.

– E foi exatamente o trio que fez o primeiro gol. Passe do primeiro para o segundo que cruzou para o terceiro dar um carrinho e marcar. Perdi 5 pounds, mas vi a jogada mais legal do jogo.

– No banco, a sombra de David Beckham. No banco, exatamente, não. Capello mandou Becks aquecer aos 15 do primeiro tempo. Ele passou o primeiro tempo e o intervalo inteiro aquecendo. E… os 13 minutos iniciais do segundo tempo até entrar no lugar de Lennon. Deve ser o novo recorde (inglês) de tempo de aquecimento.

– Entra Beckham, ovacionado, pega na bola pela primeira vez e dá o passe para o segundo gol de Wright-Phillips. E, depois, um show de toques de bola refinados dele. O torcedor folclórico ao meu lado diz, impressionado e desanimado ao mesmo tempo, bem do jeito inglês, pela classe do jogador: ‘É triste, mas ele é o que temos de melhor ainda. Precisamos dele. É difícil admitir. Beckham, mais tarde, seria escolhido o jogador da partida. Por 50 minutos de aquecimento e 30 minutos de jogo. Impecável em ambos.

– Ainda saiu um terceiro gol, de Crouch, que vai acabar levando uma vaguinha de Capello assim. Capello que, em Wembley, fiuca numa área técnica solitária, longe do banco e dos assistentes. O terceiro gol fez a alegria do não lotado Wembley que recebeu ‘apenas’ 76897 pagantes (setenta e seis mil, oitocentos e noventa e sete). Aliás, detalhe, talvez pela classificação antecipada, tinha ingresso na semana do jogo para vender no site oficial (thefa.com/tickets) e retirar nas bilheterias.

– Segundo o policial, dos 77 mil (só somar os jogadores e a comissão técnica), mais ou menos metade iria embora de metrô (tube). Todos na mesma estação (Wembley Park), inclusive este blogueiro. E tudo correu na maior calmaria, com policias gentis, montados, pendindo calma que logo todos embarcariam nos trens extras enviados ao estádio. Meia hora depois do apito final, cerca de 22h30, eu já estava em casa (Wembley não é exatamente perto). Que horas começam os jogos da Globo no Brasil mesmo?

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28/03/2009 - 14:59

Nova camisa da Inglaterra

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Gosto é gosto. Eu não sei vocês, mas para mim a camisa branca que a Inglaterra de Lampard estreou hoje contra a Eslováquia no amistoso é a mais bonita do mundo. Primeiro que achar para vender, avisa.

O Guardian, de onde saiu essa foto, tem um álbum com a história da evolução do uniforme aqui. Para mim, essa atual só perde para a histórica vermelha de 1966.

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