Publicidade

Publicidade

21/05/2012 - 20:54

Dê uma olhada no lado brilhante do Chelsea

Compartilhe: Twitter

O Chelsea é o melhor time da Europa. Você pode não gostar e eu respeito. Respeito de verdade. Quase todos os argumentos sobre “futebol feio”, “muito dinheiro”, “retranca”, “panela” são válidos.

Mas se você é boleiro de verdade, de preferência não um grande craque, vai saber reconhecer também. É bonito de ver um time se defender como o Chelsea se defendeu contra o Barcelona.

Quantas vezes EU me vi em campo jogando contra um time muito melhor, em melhor fase, usando as armas que a gente tinha. Lembro de um jogo em 1990 (talvez), em que os “guerreiros” do Círculo Militar do Paraná arrancaram no futsal um empate do Pinheiros (recém Paraná Clube na verdade). Talvez tenha sido uma derrota de pouco e eu esteja enganado, mas fato é que o time deles tinha Ricardinho, Pedrinho, Tcheco, Lipatin e Batatinha. Eu passei a primeira parte da minha vida sendo surrado por essa turma. Eu, meu grande amigo até hoje Bernardo, o Constantino, o Germinal, o goleirão Alessandro, Márcio, Cassiano, ‘Dimais’ para ficar em alguns dos nossos bravos jogadores. A gente se matava para conseguir um resultado desse (empate ou derrota por pouco).

Depois, pelo time de comunicação social da UFPR, a gente arrancou uma inédita classificação para a semifinal com um time que reunia na maioria nerds e patropis contra times de Engenharia e Educação Física. Talvez tenha sido quartas ou oitavas, mas fato é que a gente caçava 11 jogadores com anúncios no mural (era futebol de campo) e eles faziam peneira e campeonato interno para definir a ‘seleção’. Eu e os geniais Pedro, Xubaca, Lycio e outros, a gente basicamente se defendia, “se hidratava” e marcava um golzinho da vitória sabe-se lá como.

Mais recente, jogando os torneios de imprensa, seja pela Folha de SP em 2004 com Lúcio, Arnaldo e Bueno, quando chegamos à semifinal, seja pelo iG em 2011, quando fomos campeões com Fred, Léo, Mario, Gui e cia, em muitas vezes colocamos o time lá atrás contra as “temíveis” equipes do Lance, da Band ou da TV Record. Vitórias sofridas, muitas vezes nos pênaltis, mas muito comemoradas. Eu diria que são as vitórias mais gostosas.

Deixando a egotrip de lado, o Chelsea não é o Círculo Militar, a UFPR ou os ‘iGalácticos’. O Chelsea chegou a ser um dos times que mais jogou futebol no mundo nos últimos tempos. Não é mais. Mas a forma como ganhou esta Champions League, sério, você teria que ser um “não-boleiro” para achar que não foi legal ou que foi fruto “apenas do dinheiro”.

Não sou ingênuo a ponto de achar que o dinheiro não ajudou. Ajudou muito, claro. Mas convenhamos que estrelas tinham o Bayern e o Barcelona. O Chelsea era um timaço em lapidação quando foi concebido e ao longo dos últimos anos. Agora joga com jogadores bons e tímidos como Ramires e Mata, em má fase como Torres, com dois malas/importantes como Lampard e Terry, esforçados como Ivanovic, David Luiz e Cole e com dois gênios envelhecidos em carvalho chamados Petr Cech e Didier Drogba.

Gênios também do mal, diga-se. Derrubaram Felipão e Villas-Boas simplesmente porque não iam com o jeitão deles (quem nunca?). Mandaram embora jogadores que não se enquadraram na panela (quem nunca?). Puxaram o saco do chefe dando a taça para ele levantar (quem nunca? ops..).

Mas gênios vencedores. Lendas num time de bairro que demorou 50 anos para ganhar outra Premier League e mais de 100 para levantar uma Champions. Uma trajetória para entrar aos anais do futebol, como a vitória da Alemanha contra a Hungria em 1954. Um time que bateu o sangue nos olhos do Napoli, a genialidade do Barcelona e a camisa pesada do Bayern.

Cheers, Chelsea.

ps: Essa foto é emblemática. Em plena crise na Europa e no mundo, austeridade sendo discutida, o futebol para (‘pára’, para os antigos) a reunião do G8. Tudo bem que Cameron (que torce para o Aston Villa) e Merkel (que aparentemente tem simpatia pelo Energie Cottbus) têm interesses pessoais nos resultados e os outros europeus se interessam obviamente pelo futebol. Mas o Obama? Bem… que esporte é esse? Como alguém pode não gostar?

ps2.: Todos os nomes constantes neste texto são reais. Já os resultados e datas podem ser (sem querer) mera ficção. Alguns deles foram há mais de 20 anos. Favor dar um desconto.

ps3: O iGalácticos vai com tudo em busca do bicampeonato da Copa de Imprensa, que começa na semana que vem.

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: , , , , ,
28/04/2012 - 17:17

“Pra quem você está torcendo?”

Compartilhe: Twitter

Essa foi a pergunta que eu mais ouvi na semana que passou.

A semana que passou, aliás, vai ser difícil ter outra tão emocionante. Os embates Chelsea x Barcelona e Bayern x Real Madrid foram antológicos. Cada um do seu jeito, foram espetaculares para dizer o mínimo.

E o mais engraçado de acompanhar estes jogos, seja conversando com as pessoas, sendo vendo os comentaristas, seja lendo as redes sociais e blogs, foram as defesas ferrenhas desta ou daquela posição.

Pouca gente assistiu indiferente a estes dois jogos. Eu ouvi de tudo.

1) Gente torcendo contra o Barcelona “porque ganha tudo”, “porque o Messi não é tudo isso”, “porque torço pelo mais fraco”, “porque o Barcelona precisa de uma lição”, “porque futebol é para macho”, “porque eu fui barrado no aeroporto de Barcelona”, “porque sou torcedor do Chelsea” e uma infinidade de outros motivos.

2) Gente torcendo pelo Barcelona porque “ama o futebol bonito”, “porque o Chelsea é o anti futebol”, “porque o Chelsea é só dinheiro (como aliás, era o maior argumento quando todos torceram pelo Napoli)”, “porque odeio o Cristiano Ronaldo”, “porque eu sou fã da Shakira”, “porque sou torcedor do Barcelona” e mais uma infinidade de outros motivos.

3) Gente torcendo contra o Real Madrid “porque o Mourinho é muito arrogante”. “porque o Cristiano Ronaldo só quer saber de se ver no telão”, “porque o Bayern é um timaço”, “porque sou torcedor do Bayern” e mais uma infinidade de motivos.

4) Gente torcendo pelo Real Madrid “porque no Playstation eu sou Real”, “porque ninguém aguenta mais a marra do Barcelona”, “porque eu a-mo o Kaká”, “porque o Bayern vai amarelar”, “porque o Cristiano Ronaldo é um gênio”, “porque o Mourinho é o máximo”, “porque sou torcedor do Real” e mais uma infinidade de motivos.

E sabe o que é mais legal? Todo mundo tem razão. Ninguém é melhor ou pior por escolher torcer para este ou aquele time. Os argumentos são definitivos, dos dois lados. Chatos são os caras que ficam querendo ensinar. Que acham que só eles sabem. Que consideram que o futebol europeu tem que seguir elitizado, longe das TVs abertas, dos jornais populares ou dos comentaristas mais folclóricos.

A única certeza é que você, em pleno 2012, não vai deixar ninguém ficar te dizendo para quem você tem que torcer ou o que você precisa sentir. Abaixo aos chatos!

Futebol é isso. Quando é bom, as pessoas tomam partido. Viram “torcedores desde criancinha” de timaços da Catalunha ou de endinheirados clubes de bairro de Londres.

E aí? Para quem você estava torcendo?

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: , , ,
20/03/2009 - 10:53

Confrontos das quartas da UEFA Champions League

Compartilhe: Twitter

É amigo… haja coração.

Arte do iG Esportes

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
10/03/2009 - 18:47

As goleadas e os amarelos na terça da Champions League

Compartilhe: Twitter

– Quando faltavam 30 minutos para acabar o jogo e o Sporting precisava de oito gols para se classificar para as quartas da Champions. Animador…

– Aí o Bayern ainda fez mais três. 0 x 5 em Lisboa. 7 x 1 em Munique. 12 x 1 no agregado. Maior diferença da história da Champions League.

– “Somos a vergonha da Europa”, diz no MSN meu caro amigo sportinguista. “Polga conseguiu fazer um contra e falhar em todos os golos. Nunca vi isso”, completou.

– O Liverpool cresceu para cima do Real Madrid (com uma mãozinha da arbitragem no começo… mas nada que mudasse a apatia blanca). 4 x 0. Adiós Real, que praticamente dá adeus também a uma das mais infelizes temporadas de sua história. Fora da Copa do Rey, com chances remotas na Liga Espanhola seis pontos atrás do Barcelona e humilhado com 5 x 0 no placar agregado contra o Liverpool.

– O Villarreal, que havia apenas empatado em casa com o Panathinaikos, ganhou na Grécia por 1 x 2. A Espanha terminou a terça com uma cor apenas na cabeça: amarelo. A amarelada do time de Madri em Liverpool e o amarelo valente do Villarreal na Grécia.

– Mas de tirar o fôlego mesmo foi Chelsea x Juventus. O jogo tinha sido um a zero para os ingleses na Inglaterra. A Juve logo abriu o placar numa belíssima tabela entre Trezeguet e Iaquinta, que marcou.

– Aí o Chelsea teve que ‘marcar’ três gols para valer um. É brincadeira, mas foram dois lances de bola que deu para ficar na dúvida se passou da linha ou não (a falta do Drogba eu achei que entrou e o chute do Lampard nitidamente não) até que no rebote Essien empatasse (foto Reuters).

– A Juventus, nesta altura, precisava de mais dois gols. Então entra ele em campo… Belletti. O homem, o mito da Champions.

– Mal entra e… Belletti mete as duas mãos na bola dentro da área. Pênalti para uma Juventus com um homem a menos. Del Piero marca e enche de esperança o estádio. Um golzinho apenas para a classificação.

– Mas nove minutos depois, ele, o homem, o mito da Champions, entra pela direita e cruza na medida para Drogba empatar o jogo e acabar com a festa italiana. Belletti, o predestinado da Champions, quase fez o terceiro, mas perdeu sozinho com o goleiro.

– O Chelsea do Guus Hiddink está classificado. Guus Hiddink, eu disse.

– Quarta-feira tem mais. Dois ingleses já passaram. Manchester United e Arsenal podem se classificar amanhã e tudo volta a ser uma grande British League novamente. Será?

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: , , , , , ,
19/02/2009 - 12:49

Sobrou a Alemanha…

Compartilhe: Twitter

Vamos convencionar aqui que as Ligas top europeias são inglesa, italiana, espanhola e alemã.

Na espanhola, o Barcelona simpelsmente tem 10 pontos de vantagem para o vice-líder Real Madrid. Não tem clássico ou fratura exposta de Messi (toc toc toc) que faça ter uma virada. Barcelona, campeão.

Na Itália, o tetra já tem dono. A Inter tem 9 de frente para a Juve e 11 para o Milan. Nem uma eliminação para o Manchester United na Champions é capaz de abater os comandados de Mourinho de forma a ameaçãr uma diferença dessa.

Na Inglaterra, teoricamente, a diferença é pequena. Cinco pontos separam o líder Manchester United do vice Liverpool. Mas a pergunta é: fosse um ponto a diferença, como fazer o Manchester United perder? O time vem num crescente incrível desde o Mundial de Clubes e se dá ao luxo de arrasar adversário por adversário mesmo com Cristiano Ronaldo em fase, digamos, discreta. Muito difícil virar, ainda mais com o clássico do segundo turno sendo em Old Trafford.

Então sobrou a Alemanha. Lá, o bicho está pegando. A diferença do primeiro (Hertha) ao quinto (Bayer Leverkusen) é de apenas 4 pontos. No meio deles, o surpreendente Hoffenheim, o ótimo Hamburgo e o tradicional Bayern de Munique.

Lembra bem um outro campeonato que começa logo mais, que este ano terá, entre outras atrações, Ronaldo e Fred. Um tal Brasileirão…

Ps.: fique ligado na Bundesliga no Blog do Alemão do iG.

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: , , , , ,
04/02/2009 - 18:39

Colinho da mamãe 1, 2 e 3

Compartilhe: Twitter

Eles foram, mas estão voltando. Três historietas de volta para casa em 2009.

Colo da mãe 1 – Thiago Neves

Thiago Neves foi para o Hamburgo e agora vai ser apresentado ao Fluminense para disputar o Estadual do Rio e a Copa do Brasil. Foram seis meses de sonho europeu e nenhum partida inteira pela Bundesliga. Nenhum gol pelo torneio também. Então resolveu voltar para casa. Ainda que seja só por 5 meses, já que ele vai ter que jogar no Al Hilal da Arábia Saudita no segundo semestre. Uma espécie de empréstimo ‘Beckham-like’, daqueles que vai ser duro sair depois.

Colo da mãe 2 – Podolski

Lukas Podolski é um astro. Nasceu na Polônia mas aos 2 anos já morava na Alemanha e aos 10 chegou ao Colônia (FC Koln). Lá, marcou época. Estreou no time principal aos 18 anos e enquanto esteve na modesta equipe marcou mais de um gol a cada dois jogos, conquistando a mídia, a cidade e os alemães. O caminho era natural e, depois de dar a honra ao seu pequeno time de por lá ser convocado para a Copa de 2006, ele fez a mais óbvias das transferências: foi para o poderoso Bayern de Munique, o lugar ideal para estrelas de seu quilate.

O tempo passou e Podolski nunca se encontrou. Dedicado e trabalhador, passou longe do talentoso atacante que sempre foi. Não aguentou a concorrência de estrelas do time e, jogando quase o mesmo número de jogos que fez no Colônia, não fez sequer metade dos gols pelo Bayern.

Resolveu: vai voltar para casa. Apesar de seu peso, da possibilidade de ir para grandes da Inglaterra, Podolski já avisou que em julho, quando será ainda um jovem de 24 anos, vai voltar para o Colônia e ser feliz.

Colo da mãe 3 – Robbie Keane

Robbie Keane é um daqueles jogadores que só existem no mundo do apaixonante futebol britânico. Irlandês, todas as suas transações até hoje já somam 75 milhões de libras mas só boleiros um pouco mais do que iniciados sabem exatamente quem é ele. Até chegar no Liverpool, nenhum moleque resolveu escalar o atacante no seu time de videgame no Brasil.

Pois Keane é um excelente marcador de gols e uma lenda para o Tottenham. Lá, marcou mais de 100 gols. No meio do ano, foi contratado pelo Liverpool numa dessas transações que mexe com o brio das torcidas inglesas (como um Gerrard deixar o Liverpool). Torcida e diretores revoltados. Seis meses depois, o capitão volta triunfante para o norte de Londres ainda no meio da temporada. Keane saiu do Liverpool depois de marcar sete gols em 25 jogos e deixa para trás a Champions League, a chance de fazer o Liverpool ser campeão da Premier League pela primeira vez em 19 anos e, principalmente, achance dele ganhar o seu primeiro título de futebol (não vale segunda divisão) na carreira. Tudo para brigar pra não cair pelo seu antigo time. É o amor…

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Futebol Internacional Tags: , , , , , ,
29/11/2008 - 14:28

Duas posições, quatro jogadores, duas realidades

Compartilhe: Twitter

 

Diego Cavalieri, Renan, Henrique e Breno.

Quatro jogadores dos mais badalados jovens dos últimos tempos no futebol brasilis. Todos de seleção. Nenhum vendido para a Arábia ou Ucrânia. Muito menos Japão. Pelo contrário.

Pensando do ponto vista Champions League, Diego e Breno foram para os melhores times (Liverpool, com 5 títulos, e Bayern de Munique, com 4) e Henrique e Renan para os menos melhores (Barcelona, com 2, e Valencia, com 0).

Vamos dar um recorte rápido das atuais situações:

1) Diego Cavalieri (goleiro reserva do Liverpool) – Fez dois jogos apenas, pela Carling Cup. Para goleiro, é uma fogueira entrar sem ritmo, todos sabem. E, juntando um pouco de azar, foi (muito) mal no jogo entre Tottenham e Liverpool. Reina reina no gol dos Reds (com perdão do trocadilho) e jogou todos os jodos da Premier League e os 5 da Campions. Seleção para Diego? Beeeem difícil.

2) Breno (zagueiro reserva do Bayern Munique) – Existem três coisas que orgulham Munique: a oktober fest, a cerveja e a zaga do Bayern de Munique. Lúcio domina. Van Buyten agrada. Tem Demichelis, tem Sagnol, tem Oddo, tem Lahm na esquerda, tem Lell e tem Breno. Breno, aos poucos, está sempre no banco, o que é bom. Mas jogar mesmo é raro. Quase entrou nesta rodada quando o capitão Lucio se machucou, mas o guerreiro brasileiro desisitiu de sair e Breno segue com apenas duas partidas.

3) Renan (goleiro titular absoluto do Valencia) – Voltou da Olimpíada três dias antes de começar a Liga. Para surpresa geral, foi escalado. Não largou mais o osso. Renan já é um ídolo e grande candidato a fazer a torcida do Mestalla esquecer Canizares de uma vez por todas. Na atual liga espanhola é o terceiro menos vazado e um dos responsáveis pelo Valencia seguir na zona de classificação da Champions, perseguindo os líderes Barcelona, Real e Villarreal.

4) Henrique (zagueiro titular absoluto do Bayer Leverkusen) – O Barcelona emprestou Henrique ao Bayer. Time infinitamente menor e que não é sombra mais daquele time que deu pro gasto há alguns anos. O time, alías, perdeu em casa neste final de semana para o Bayern de Munique. Mas Henrique não está nem aí. É titular absoluto, joga todos os jogos, super elogiado e acumulando milhas no futebol europeu. Grandes chances de voltar ao Barça como protagonista no próximo ano e, claro, fazer história.

Os quatro são excelentes jogadores e têm um futuro certo encaminhado. Que fique bem claro que ninguém erra ao assinar com Bayern de Munique e Liverpool, é lógico. Mas não há como negar que, às vezes, um passinho mais atrás (e não 12 passos atrás) vale mais do que dois passos à frente.

Ronaldo, Ronaldinho, Romário, Rivaldo são quatro dos brasileiros melhores do mundo que entraram na Europa assim, em times que passam longe de ser pequenos, mas não são gigantes. Claro que sempre tem as exceções, né Kaká?

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , , , , , ,
Voltar ao topo