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07/01/2012 - 15:34

Os 25 mais de Henry pelo Arsenal

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O vídeo abaixo explica um pouco a euforia dos torcedores do Arsenal pelo empréstimo de apenas 2 meses de Thierry Henry ao time londrino.

O francês é o maior artilheiro da história do clube, com 226 gols. Não foram poucos bonitos e importantes, como você vê a seguir. Henry tem 34 anos e até nos Estados Unidos, onde joga, é contestado. Mas, enfim, ídolo é ídolo.

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29/01/2010 - 21:42

Arsenal x Manchester United e a comunicação de massa

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Em 3D, Arsenal e Manchester United vão mudar a forma como se acompanha futebol (de novo)

Por Maurício Targino*

O jogo entre Arsenal x Manchester United no próximo domingo já é considerado histórico. Não apenas pela rivalidade centenária ou a luta pela liderança (quem vencer pode terminar a rodada como líder), mas pelo que representará para o futuro das transmissões esportivas: será o primeiro evento transmitido ao vivo em três dimensões.

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Depois de domingo, o uso da tecnologia 3D do filme Avatar que quebra recordes de bilheteria, promete mudar a história de como assistimos eventos esportivos na TV. Algo que promete ser o fim do mundo como conhecíamos. Um mundo que Manchester United e Arsenal ajudaram a construir já que possuem uma íntima relação com os meios de comunicação audiovisuais. Eles estavam lá em 1902, quando o Manchester United “estrelou” um dos primeiros registros em cinema do futebol e 25 anos depois, em 1927, quando uma partida envolvendo o Arsenal foi a primeira a ser transmitida ao vivo por uma emissora de rádio.

Eles e a mídia

A primeira sessão de cinema de que se tem registro aconteceu em 28 de dezembro de 1895, quando os irmãos Lumière exibiram 10 filmes de curtíssima duração (40 a 50 segundos cada), no porão do Grand Cafe, em Paris. Exatamente quatro semanas antes, do outro lado do Canal da Mancha, Arsenal e Manchester United faziam seu quarto confronto na história do clássico, ainda sob seus antigos nomes.

Jogando em Bank Street (o estádio Old Trafford só seria inaugurado em 1910), o Newton Heath (antigo nome do Man Utd, em referência ao distrito de Manchester onde o time surgiu), usando seu uniforme em verde e dourado, derrotou o Woolwich Arsenal por 5 a 1. Foi a primeira derrota do Arsenal no confronto, já que no primeiro duelo houve empate em 3 a 3, seguido por duas vitórias do time londrino.

Em 06 de dezembro de 1902 (vídeo acima), pouco mais de sete meses após adotar o nome definitivo de Manchester United (assim como as cores do uniforme em vermelho, branco e preto), o time teve sua vitória por 2 a 0 sobre o Burnley fora de casa captadas por câmeras de cinema – um dos mais antigos registros cinematográficos do futebol.

Já o Arsenal foi um dos times envolvidos no primeiro jogo de futebol transmitido ao vivo pelo rádio. Foi em 22 de janeiro de 1927, na partida em Highbury contra o Sheffield United, que terminou empatada em 1 a 1. Em 6 de outubro do mesmo ano, do outro lado do Atlântico, estreava o filme The Jazz Singer, estrelado pelo ator-cantor Al Jolson, inaugurando a era do cinema sonoro.

Dez anos depois, em 16 de setembro de 1937, o Arsenal promovia mais uma revolução nas relações entre o futebol e os meios de comunicação de massa: uma partida-exibição entre o time principal e os reservas do Arsenal foi a primeira partida de futebol a ser transmitida ao vivo pela TV (foto no alto, do Guardian). Em 1939, o Arsenal emprestava seu nome e imagem para o primeiro longa-metragem cujo futebol era o assunto principal: o suspense The Arsenal Stadium Mystery, dirigido por Thorold Dickinson.

O filme girava em torno da morte súbita de um jogador do time fictício Trojans durante uma partida com o Arsenal em Highbury; em campo, os adversários do Gunners foram “dublados” pelos jogadores do Brentford, que utilizaram um uniforme estilizado na partida contra o mesmo Arsenal em 6 de maio de 1939. A escolha da equipe de Londres como “protagonista” do filme não se deu por acaso: os Gunners conquistaram nada menos que 5 campeonatos ingleses na década de 1930.

Em 22 de agosto de 1964, os melhores momentos da derrota do Arsenal por 3×2 para o Liverpool em Anfield “estrelaram” a primeira edição do BBC’s Match of the Day – até hoje o mais famoso programa esportivo da TV britânica.

Na década de 1990, mais precisamente em 1997, o cinema ganhava sua adaptação de Febre de Bola, best-seller escrito em 1992 por Nick Hornby, um fanático pelo Arsenal. Foi a primeira grande produção britânica a mostrar a paixão de um torcedor de futebol como mote central.

O contra-ataque do Manchester United no cinema se deu em dose tripla a partir da virada do século. Primeiro em 2000, com a cinebiografia Best, com o ator inglês John Lynch interpretando o atacante norte-irlandês George Best, ídolo dos Red Devils nos anos 1960 e 70. No filme dirigido por Mary McGukian, Lynch também tem créditos de roteiro e produtor executivo.

Dois anos depois, foi lançado Bend it Like Beckham (no Brasil, Driblando o Destino), da anglo-indiana Gurinder Chadha. O filme conta a história de Jess Bahmra (interpretada pela atriz Parminder Nagra), uma garota indiana que vive em Londres, sonha em ser jogadora profissional de futebol, tal como seu ídolo David Beckham, na época ainda jogador dos Red Devils.

Em 2009, outro ídolo do Manchester United não só cedeu seu nome como também co-estrelou um filme: Eric Cantona foi ator e personagem em À procura de Eric, elogiado filme de Ken Loach que concorreu à Palma de Ouro no Festival de Cannes. A trama gira em torno de Eric Bishop, um carteiro em crise existencial que recebe conselhos do ídolo rebelde do Manchester United.

No “duelo midiático” entre os rivais, vitória apertada dos Gunners por 5 a 4. Será que a primeira partida de futebol transmitida ao vivo em 3D terá um número tão elevado de gols? Respostas no domingo, a partir das 14:00 (horário de Brasília), no Emirates Stadium, em Londres. E já vá separando óculos para os próximos capítulos.

*Mauricio Targino é jornalista, rubro-negro do Recife, autor do BlogSport, cineasta nas horas vagas, pesquisador, fuçador, entre outras coisas.

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30/11/2009 - 12:05

Daniel Alves, Ashley Cole e … Vítor

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Eu não gosto do clichê de que ‘futebol se joga pelas pontas’. Pelo contrário, acho que o futebol mais bonito mesmo é pelo meio. Até pela dificuldade. Pelo meio, mais congestionado, mais difícil, o resultado é mais prazeroso. Momentos como quando Pelé e Coutinho, Romário e Bebeto ou Careca e Maradona entravam na área tabelando, na minha memória, são os mais lindos da história do futebol.

Mas nem todo mundo tem esse talento todo. E, por isso, para se ganhar um jogo contra times fechados, nada como os cantos. E como são poucos os atacantes que fazem boas jogadas pelas pontas, e menos ainda os volantes que chegam na frente, os laterais podem ser os grandes diferenciais dos times.

Nos três jogos que eu vi no domingo, três deles fizeram a diferença. Primeiro, Ashley Cole. Ex-Arsenal, era só tocar na bola que tomava a tradicional vaia no clássico. Mas o lateral do Chelsea, acostumado com a recepção, não ligou. Fez os dois cruzamentos para dois primeiros gols que colocaram o Chelsea ainda mais líder da Premier League. Cole cruzou as duas bolas entre o goleiro e a zaga, em curva, com precisão.

Daniel Alves já tinha feito um passe para o gol da vitória do Barcelona contra a Inter de Milão. Pedro (Pedroca, segundo um amiogo de Barcelona) ainda tentou perder o gol, mas não havia como. Dani não cruzou, passou, de cabeça levantada, por trás de Henry e toda a zaga. Um primor. Eis que no clássico contra o Real Madrid ele nem precisou ir ao fundo para dar outro passe no pé de Ibrahimovic. Dois passes de Dani Alves, duas vitórias fundamentais do Barcelona na temporada.

Para fechar o domingo e o caixão do São Paulo: Vítor. O lateral do Goiás teve um defeito apenas na partida, não ser canhoto para ser chamado por Dunga para a seleção. Participou de 3 dos quatro gols, sendo que fez um golaço, o mais importante da partida, pois naquele momento o São Paulo ainda estava melhor em campo e com vantagem.

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07/09/2009 - 01:47

Obina é melhor do que Eduardo da Silva?

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O árbitro Cléber Welington Abade, de Palmeiras 2 x 1 Barueri, marcou um pênalti inexistente de Ralf em Obina, que garantiu a liderança do Brasileirão em mais esta rodada ao Palmeiras de Muricy. Veja:

O árbitro Manuel Enrique Mejuto Gonzalez, de Arsenal 3 x 1 Celtic, marcou um pênalti que não existiu que ajudou o Arsenal a seguir na Champions League, deixando de fora o tradicional time escocês. Veja:

As jogadas são muito parecidas. Dois brasileiros simularam dois pênaltis inexistentes que foram marcados e convertidos. Os julgamentos? Totalmente diferentes. Moralmente e judicialmente, diga-se.

No Brasil, o árbitro brasileiro, Cléber Abade, virou o vilão da rodada. O consenso é que trata-se de um ‘péssimo árbitro’, incapaz de apitar e faz parte da ‘horrorosa arbitragem brasileira’.

Obina não se jogou, apenas escorregou, mas ao cair já levantava os braços, inflamando a torcida e pressionando o juiz. Nenhum paladino da justiça reclamou de Obina. Jamais o atacante palmeirense enfrentará um tribunal ou uma crítica, além desta que você lê. Afinal, no Brasil, ser desonesto no ‘nível-Obina’ é aceitável e louvável. É ser esperto ou malandro. Bobo é o juiz, que cai nessa. Abade certamente será levado a mais uma geladeira e Obina vai a alguma mesa redonda dizer o quanto ele é agora feliz no Palmeiras.

Na Europa, o árbitro Manuel Enrique Mejuto Gonzalez foi considerado tão ou mais vítima do que o goleiro Artur Boruc, que desesperou-se com razão ao ver a marcação do juiz. Ninguém abriu a boca para falar do árbitro. Só existe um culpado na história. Chama-se Eduardo da Silva, aquele menino sofrido que teve a perna dilacerada por um zagueiro grosso há tão pouco tempo mas que, nem por isso, no Reino Unido, tem direito de dar uma de malandrão e enganar as pessoas com seu teatro cafona. Recebeu dois jogos de suspensão da UEFA na própria Champions e certeza de vaias por onde passar.

Eu sei que o futebol tem as suas picardias e maldades. Não gosto, aliás, da onda politicamente correta. Mas, convenhamos, a crise ética no Brasil passa pelo futebol. O vilão é o herói. O juizão é punido por não pressupor a malandragem. E o malandro sai bem na fita.

O pessoal do tribunal deveria punir Obina, como na Inglaterra fizeram com Eduardo. Quem sabe, assim, aprendemos.

Sobre a crise ética do futebol brasileiro, leia também neste blog: Senhores do tribunal, punam Domingos e não Diego Souza

Autor: - Categoria(s): Brasileirão, Futebol Brasileiro, Futebol Internacional Tags: , , , ,
05/05/2009 - 19:51

Marra também é pra quem corre…

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Meu velho companheiro e fundador deste blog há mais de 6 anos, Carlos ‘Dr. J’ Sperandio, me ajudou neste post do passeio do Manchester United (e sobretudo do Cristiano Ronaldo) contra o Arsenal em pleno Emirates, 1 x 3 carimbando o Red Devils (que fica bem melhor de azul, eu acho) na grande final da Champions League de 27 de maio em Roma.

O terceiro gol é daqueles, mais do que bonitos, que mostra entrosamento, técnica e uma força física de fazer inveja a qualquer jogador de futebol no planeta. Cristiano Ronaldo sai de uma linha imaginária entre o meio-de-campo e a linha da grande área de Van Der Sar. Não é oficial, claro, mas cronometramos (eu e o Dr. J) que foram 7 segundos desde o calcanhar pro Park até a hora q ele toca para o gol. Foram 58 metros mais ou menos em 7 segundos. Ou 30 km/h de média (não de máxima).

Não à toa, o Cristiano Ronaldo aparece nesta excelente foto da EFE na comemoração. Repara na camisa que os companheiros todos usam e na dele… que de tão apertada, deve ser modelo especial baby-Ronaldo-look. “Ele nesta foto parece que é uma figura de game de futebol do Playstation”, sentenciou Dr. J.

Ps1: Como eu disse, marra é também pra quem corre. E ele correu demais o jogo todo.

Ps2: Meu papel aqui (tenho um?) não é torcer, lógico. Mas dá vontade de que o Barcelona consiga a classificação para a grande final. Até porque, por mais matador que seja o ataque culé e as apresentações do melhor jogador do ano até aqui, Messi, eu ainda duvido que o Barcelona consiga bater o Manchester.

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: , ,
22/04/2009 - 16:41

Profissionais do Brasil, assistam Liverpool 4 x 4 Arshavin

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Liverpool 4 x 4 Arshavin, pela Premier League, foi destes jogos de futebol para gravar, guardar, ver de novo (na foto abaixo da AFP, Benayon enfia a cara na chuteira para marcar para o Liverpool).

Digo mais, fosse um técnico por aqui, cancelava o treino da tarde e mostrava a reprise da partida aos jogadores. Nossos atletas precisam saber e ter consciência que os caras que ganham 10 vezes mais do que eles no futebol inglês dão o sangue, entram em todas as divididas como se fosse a última, não são titulares absolutos e não são mimados. Não ganham nada de mão beijada ou só com o nome. E, mais, não se jogam no chão, não fazem cera, não fazem teatro.

Enfim, são verdadeiros cavalheiros da bola. Merecem estar onde estão. Aqui, parece que a gente está andando para trás. Simular falta e pênalti, tão ‘demodê’ na Inglaterra (a própria torcida vaia), ainda faz parte da nossa cultura. Tentar expulsar o companheiro do outro time, carregar no cartão amarelo, tudo isso ainda é ‘tática de jogo’ dos nossos treinadores.

Tenho pena de nossos juízes. Os de lá não são melhores tecnicamente do que os daqui, mas pelo menos os de lá podem, na maioria dos casos, contar com o caráter dos jogadores. Na dúvida, eles acreditam nos jogadores e até no tamanho da vaia da torcida. Dificilmente erram ao confiar nos jogadores. Se o Rooney cai no chão com dores, tá doendo mesmo. Quando erram na avaliação, será certamente a última vez. Porque pega mal, por lá. Não é valorizado como aqui. Que o diga Cristiano Ronaldo, que de tanto ‘se jogar’, os juízes pensam 30 vezes antes de dar falta nele, além da vaia que costuma tomar pode onde quer que passe. Pode reparar, inclusive, que Cristiano Ronaldo não tem se jogado mais tanto na atual temporada.

Já nossos craques, fica dificil acreditar cegamente neles, afinal, a cultura da vantagem, de enganar, de ser malandro, de ganhar no grito é a predominante por aqui. E, incentivada. Ninguém acha esquisito colocar um ponta habilidoso para cima de um lateral pendurado no segundo tempo. Ferir o adversário com um cartão vermelho faz parte da tática para se ganhar a partida. A gente ainda está na fase em que o técnico pede para o gandula sumir com a bola e não ter pressa.

Para todos estes, recomendo assistir Liverpool 4 x 4 Arshavin. Para todos os outros, os amantes do bom futebol, recomendo assistir duas vezes.

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15/04/2009 - 18:30

Semifinais definidas

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Manchester United x Arsenal

Barcelona x Chelsea

Vai ser de arrepiar. O lógico é dar Manchester United x Barcelona na final em Roma. Com Cristiano Ronaldo, que renasceu justamente contra o Porto, rival dos tempos de Sporting, contra o grande jogador do torneio até aqui, que é Lionel Messi.

Mas futebol não tem lógica. Chelsea e Arsenal foram muito bem nas quartas. Convincentes e consistentes.

Pode dar qualquer coisa.

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24/02/2009 - 13:44

Itália x Inglaterra: hoje começa

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Hoje começa a guerrinha entre italianos e ingleses na Champions League. O Manchester United vai a San Siro encarar a Inter de Milão enquanto a Roma está em Londres para enfrentar o Arsenal.

Amanhã, o último capítulo com a Juventus em Londres contra o Chelsea.

Acho que os ingleses são favoritos com o Manchester United apenas (num duelo, ainda assim, muito equilibrado). O Chelsea não vive um bom momento e o Arsenal muito menos contra uma Roma embalada.

Fosse ano passado, todos os ingleses seriam favoritos.

Na história da Champions League (inclusive antes de chamar Champions League) são 11 títulos para cada país.

A Itália tem sete com o Milan, dois com a Juventus e outros dois com a Inter.

A Inglaterra tem os cinco do Liverpool, os três do Manchester United, dois do Nottingham Forest e mais um de Aston Villa.

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19/12/2008 - 17:04

Sorteio da Champions

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(nada como um sorteio de Champions para tirar a poeira do blog)

Ano passado, nas oitavas, dois italianos pegaram dois ingleses. O Arsenal atropelou o Milan e o Liverpool praticamente humilhou a INter vencendo na ida e na volta. Nem Milan ou Inter sequer marcaram gols.

“Sorte” deu a Roma, que pegou o Real Madrid, venceu e depois foi apanhar do (futuro campeão) Manchester United.

Este ano, tudo de novo. Com a diferença que são três italianos contra três ingleses. Teoricamente, com o estágio técnico em que se encontram seus times (e um pouco de ‘modinha’ também que virou o futebol inglês) os ingleses sempre entram como favoritos.

Mas eu não duvidaria se tudo desse ao contrário.

Arsenal x Roma
Chelsea x Juventus

e o melhor confronto de todos (como as bolinhas são cruéis):

Manchester United x Inter de Milão.

Este jogo último poderia ser muito bem a final do campeonato.

Eu, com vontade de ser do contra na última sexta útil do ano, vou apostar nos três italianos. Uma apostinha de leve que o Manchester vai decair depois da super temporada passada, que o Felipão está perdendo o controle no Chelsea e que o Arsenal é verde demais e pode cair de maduro.

E aí o Liverpool vai ficar de único representante inglês… será?

Só para constar, os confrontos todos:

Chelsea x Juventus
Villarreal x Panathinaikos
Sporting x Bayern de Munique
Atlético de Madrid x Porto
Lyon x Barcelona
Real Madrid x Liverpool
Arsenal x Roma
Internazionale x Manchester United

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24/11/2008 - 14:50

Gol anulado do Van Persie (versão remix)

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Para quem não viu o gol anulado do Van Persie na ‘goleada’ sofrida pelo Arsenal frente ao Manchester City (3 x 0) no último final de semana, o lance é ainda mais legal que o golaço do Robinho.

Neste vídeo abaixo você a jogada e ainda ganha de bonus diálogos, música e piadinhas.

 

 

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