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Arquivo da Categoria Seleção Brasileira

11/01/2013 - 12:28

Manual da 6a série

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Parrales x Ademílson, ontem… em Brasil 1 x 1 Equador.

Autor: - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags:
29/11/2012 - 12:03

Scolari x Gato Fedorento

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Quatro vídeos para “celebrar” a volta de Felipão:

O original:

A paródia:

O Original

A paródia:

Autor: - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags: , ,
04/03/2012 - 18:14

Os treinadores e as demissões

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Nem sempre é fácil dar um passo à frente. O ex-futuro-quase promissor André Villas-Boas durou pouco no Chelsea. Ele vinha bombando no Porto, com uma carreira que se anunciava a do “novo Mourinho”. O hype todo o levou ao Chelsea mas não foi suficiente para mantê-lo no cargo. Ele ficou apenas um mês a mais do que Felipão, diga-se.

Depois de Mourinho, Avram Grant, Felipão, Guus Hiddink, Carlo Ancelotti,  e agora Villas-Boas passaram pela equipe e apenas Guus Hiddink talvez tenha deixado saudades, para dizer uma palavra que Villas-Boas e Scolari entendem bem o significado.

O time de Londres é uma exceção entre os grandes ingleses no quesito manter técnico no cargo. Arsene Wenger, do Arsenal, está há 16 anos. O “absurdo” maior é Alex Fergunson, que comanda o Manchester United há 26 anos. Mesmo Roberto Mancini, do Manchester City, que pode ser chamado de “neo-Chelsea”, está há mais de 3 anos no cargo.

Legal transportar essas estatísticas para outro futebol estrelado, o Espanhol. Na comparação mais cruel dos últimos anos, Barcelona e Real Madrid também se diferenciam por este tema.

Enquanto nos últimos 25 anos o Real Madrid teve 25 treinadores, Luxemburgo, Capello e Mourinho incluídos, o Barcelona deu emprego para apenas 13 (TREZE) treinadores.

Entre eles, Van Gaal, Rijkaard e ninguém menos do que Cruyff. Além, é claro, deste novo mito que se apresenta, que é Guardiola. Um estudioso que, ao contrário dos que alguns podem imaginar, é fundamental mesmo num time que tem Messi.

Guardiola, aliás, como bem disse Lucio Ribeiro em sua coluna da Folha, o homem que espera uma ligação para ser treinador da Seleção Brasileira na Copa de 2014.

Quem mais poderia ser?

Ps: Este post apela para ter audiência e coloca uma foto do Guardiola, que nem é figura-central do post, só para agradar o incansável público feminino do carequinha que as vezes frequenta este blog

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , ,
27/02/2012 - 23:29

O cara que fica…

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Não faço parte do grupo que acha que o trabalho do Dunga foi péssimo. Na verdade, dada a sua nenhuma experiência, a má fase de Ronaldinho e Kaká, e sobretudo o briefing que recebeu ao ser contratado, que era encher esses mimados de porrada acabar com a mordomia e a festa de 4 anos antes, acho que Dunga foi muito melhor do que Parreira havia feito em 2006. Não que isso queira dizer que ele foi excelente, o que não foi. Apenas acho que razoável para bom é o mais indicado.

Aviso importante: o restante deste post vai falar principalmente de Ganso e Neymar.

Aviso mais importante: eu não acho que teria alguma diferença prática no resultado de Brasil x Holanda se Ganso e Neymar tivessem sido convocados por Dunga.

Meu ponto é outro. Segue…

Corta para 2012 e Ganso e Neymar são, de longe, as duas grandes esperanças do futebol brasileiro para a Copa de 2014. E eu pergunto a vocês: alguém aí tem confiança plena de que eles têm chance real de fazer o Brasil ganhar a Copa em casa?

Me adianto a vocês: a resposta é não. Por melhores que sejam (e eles são muito bons) a gente sabe que eles não conseguiriam vencer uma Copa. Nem o chefe deles, Mano Menezes, confia. Tanto que já voltou a chamar Ronaldinho (até quando?) e Kaká e logo logo deve aparecer Robinho por aí.

E entre vários motivos de falta de confiança, destaco um deles: o fato de Dunga não ter levado Ganso e Neymar para o último Mundial. Mais uma vez, vou isentar Dunga pela falha. Do jeito que é pensada a estrutura do futebol no Brasil, restava a Dunga levar 23 jogadores da confiança dele. Se o clamor popular era Ganso e Neymar nas vagas de Julio Baptista e Kleberson, é bom lembrar que Julio decidiu a Copa América para Dunga contra Messi e cia. E que Kleberson trazia a bagagem de 2002.

O que eu quero dizer é que falta na seleção o cara que fica. O diretor, manager, dirigente, presidente, seja lá quem for, que pense um pouco além dos 30 dias da Copa, que sobreviva ao fim do torneio, ao ciclo de um treinador. Dunga seria cobrado pelos 30 dias. Entre o conhecido e o duvidoso, ficou com o primeiro. A meta dele era muito clara e você pode discutir que Neymar é melhor que Julio Baptista para você. Mas não pode afirmar que, na época, uma decisão seria mais certa que a outra.  Assim como a opção por Grafite em vez de Pato.

E é justamente aí que mora o crime. Certamente Ganso e Neymar (cito os dois, mas a lista poderia ter Jefferson, afinal, alguém lembra os outros dois goleiros do último Mundial?) seriam outros jogadores se tivessem estado naquela Copa. Como Ronaldo em 1994 ou Kaká em 2002, que sequer jogaram.

A formação do atleta se faz com a dor de uma eliminação, o ambiente de um Mundial, ver de perto os jogadores que usa no Playstation, sentir o frio na barriga. Ter ido ao Mundial só traria bagagem aos que hoje, injustamente, são os arrimos da seleção que sediará a próxima Copa.

Neymar e Ganso tentam ser líderes de um time que não tem transição. Famosa bola na fogueira.

O cara que fica tem que ter uma cota nas convocações. Vetar ou impor nomes que fazem ou não parte do projeto futuro. De preferência não receber nem bicho se ganhar um torneio, inclusive a Copa, pois a meta dele seria sempre o próximo, não o atual. No mundo corporativo a gente vê executivos fazendo absurdos em nome de “cumprir a meta”. Tudo pelo bônus e eles não estão errados já que a lógica é essa.

O mundo do futebol não é muito diferente.

Ps: Fica aqui a lista dos 23 de Dunga, o executivo, que não é pago para fazer a empresa prosperar no futuro…

GOLEIROS: Julio César (Inter de Milão), Gomes (Tottenham), Doni (Roma)
LATERAIS: Maicon (Inter de Milão), Daniel Alves (Barcelona), Michel Bastos (Lyon), Gilberto (Cruzeiro)
ZAGUEIROS: Lúcio (Inter de Milão), Juan (Roma), Luisão (Benfica), Thiago Silva (Milan)
MEIO:
Felipe Melo (Juventus), Gilberto Silva (Panathinaikos), Ramires (Benfica), Elano (Galatasaray), Kaká (Real Madrid), Josué (Wolfsburg), Julio Baptista (Roma), Kleberson (Flamengo)
ATACANTES: Robinho (Santos), Luis Fabiano (Sevilla), Nilmar (Villarreal), Grafite (Wolfsburg)

Ps2: Esse cara que fica, cof cof, não pode ser o Américo Faria, ok?

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Seleção Brasileira Tags: , , ,
02/01/2012 - 23:20

Pato não voa

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Pessoal do Milan (super) empenhado no alongamento na praia, em Dubai, onde o time vai enfrentar o PSG num amistoso.

A foto (STR/AFP/Getty Images) é melhor que o post, na verdade.

Eu queria chamar a atenção para o Alexandre Pato.

Este blog é fã de Pato. Ou sempre foi. Ainda lembro da tarde em que fui vê-lo no Parque Antarctica jogar pela primeira vez em 2006. De folga, eu estava a meia hora da rua Turiassu e tinha, no estômago, um almoço de domingo pesado. Na alma, muita preguiça e, em casa, o conforto do pay-per-view. Forças superiores e uma curiosidade intensa com o garoto me mandaram assistir aquele Palmeiras x Internacional. Foram 45 minutos sublimes e um gol no seu segundo toque na bola como profissional, antes do jogo completar 1 minuto. Eu vi acontecer e até hoje ainda arrepio de lembrar. O resto é história.

Meses depois, eu desembarquei em Tokyo/Yokohama para ver Pato atrair todos os olhares da mídia mundial, contra um Barcelona que, se não era o de Xavi, Iniesta, Fabregas e Messi, era o de Xavi, Iniesta, Deco e Ronaldinho.

Verdade é que, como Neymar, Pato não brilhou no Japão. Fez sua graça no jogo de abertura, deu um drible desconcertante em Puyol na final mas, pra vencer, Ceará, Gabiru e Iarley foram de herois colorados.

Como não brilharia, aliás, muitas outras vezes. Pato despontou tão novo e fez coisas tão maravilhosas em campo que sempre ganhou crédito por aqui. Não é mole fazer 60 gols pelo Milan, marcar na estreia da Seleção, ganhar do Real Madrid  no Bernabeu marcando dois gols. Mesmo nas atuações apagadas, sobretudo na Seleção, ele jamais recebeu críticas definitivas por aqui.

Cansei de ter que defender o garoto do meu amigo Fabio Bittencourt, corneta afiado, pedindo calma e tempo. Ontem, li que outro fã do Pato, Leonardo Bertozzi, ficou perto de jogar a toalha em seu blog na ESPN.

Pois, meu caro Fabio, é chegada a hora. Pato, aos 22 anos, está devendo muito mais do que promete. Ele já não merece a confiança que este blogueiro tanto colocou nele em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011. 22 anos não é mais tão jovem. Vivemos num mundo cruel em que Messi tem 24 anos.

Meu caro Fábio, você tinha razão. E se em algum momento não tiver mais no futuro, agora teremos que engolir essa juntos.

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Futebol Internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , ,
28/06/2011 - 17:08

Copa América

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Em 2007, acompanhei a Seleção na Venezuela por 28 longos dias. Puerto Ordaz, Maturin, Puerto La Cruz (dois jogos) e Maracaibo (semifinal e final) foram as quatro cidades em que o Brasil jogou seus seis jogos até ser campeão, o primeiro título de Dunga.

Dunga, como a maioria de seus antecessores, teve a “desvantagem” de não poder contar com força total para a disputa da competição. Parece esquisito, mas por não ter contado com Kaká, Lúcio, Ronaldinho, Adriano e boa parte da equipe que havia fracassado no Mundial anterior, jogava o favoritismo para Riquelme, Messi, Tevez, Aguero e cia.

O que se viu foi uma vitória para lá de convincente na final contra os argentinos, depois do Brasil sofrer contra o Uruguai e mesmo perder do México na fase de grupos. Dunga saiu vitorioso e montou seu grupo de operários que formou a base do (também fracassado) grupo da Copa.

Mano Menezes tem a vantagem (será mesmo?) de ir com sua equipe principal. O favoritismo é todo da Argentina pela bola inacreditável que Messi vem jogando. Mas de uma seleção brasileira com força máxima a três anos de receber uma Copa do Mundo, não se espera ser a segunda do continente.

Vai ficar nas costas de uma molecada boa de bola, sobretudo Thiago Silva, Pato, os Lucas, Ganso e Neymar, a responsa dessa vez. Um time que precisa se superar além de sua habilidade técnica para conseguir vencer. Não vai ser fácil mas, por esta molecada, vale a pena pagar para ver …

Ps.: Se alguém espirrou com a poeira que estava por aqui neste blog, saúde…

Autor: - Categoria(s): Seleção Brasileira, Videos Futebol Tags: , , , , ,
31/03/2011 - 18:11

Novas botas do Neymar

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Recebi e repasso aos amigos as novas botas (Mercurial Superfly) de Neymar, clicadas em Londres, antes ou depois do jogo em que o santista foi a grande estrela da Seleção contra a Escócia.

Eu, como sempre, acho colorida demais. Jogo com as pretas e as brancas geralmente. Questão de gosto, que não importa.

O que importa mesmo é que essa chuteira mantenha o futebol se Neymar o mesmo.

E, quem sabe não dá uma ajudinha para que ele se jogue menos, não é mesmo?

Taí uma tecnologia em chuteiras a ser inventada! BlogdeBola e as oportunidades de negócio hehehe

Autor: - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags: , ,
16/06/2010 - 14:32

“Ok, venceu”

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Por Carlos Augusto Sperandio Junior*

Estreia é estreia e pesa seja contra a Croacia (2006) ou contra a Coreia do Norte. Em torneios curtos, que consagrados monstros do futebol como Garrincha até chamam de mequetrefes por não ter returno, somar 3 pontos a cada jogo é o que realmente importa. Até mesmo um tropeço nessa primeira fase é passível de perdão (Brasil 1 x 1 Suécia 1994), apesar de que para a nação brasileira nos dias de hoje isto seria algo intolerável.

O jogo em si foi de uma total superioridade brasileira. Contra retrancas, sabe-se que historicamente é dificil para o Brasil chegar a placares elásticos. E não é de agora, ou já se esqueceram os confrontos de Brasil e Suécia pelas semifinais de 1994 ou de Brasil x Turquia pelas semi de 2002? Sim, é bem mais dificil PARA O BRASIL enfrentar uma equipe como a Coréia do Norte do que uma como a Argentina. Nada contra argentinos, espanhóis, portugueses ou outros quaisquer que estejam melhor cotados, mas sim a favor de se imaginar que queiram também atacar quando o jogo ainda está em aberto e não somente após tomar 2 gols ou forem os 5 minutos finais de partida. Ontem se viu uma total superioridade brasileira. Única chance coreana foi no fim com o jogo já resolvido. No stress.

Por isto, encontro-me otimista. Se por um lado não temos o oba-oba da seleção de 2006 (propagandas ao vivo, treinos sendo transmitidos, BBB-CBF), por outro também não temos os que melhor estavam jogando no período da Copa (Ganso & cia). De qualquer maneira, vale-se do grupo fechado de Dunga para beliscar mais uma Taça. E desse grupo, algumas peças importantes não estão aparecendo, com destaque negativo total para Kaká.

Kaká pede para sair. Inventa uma dor, uma fisgada e fica fora até as quartas-de-final cara. Vai ser melhor para vc que não fica tão exposto e – PRINCIPALMENTE – para a seleção que voltaria a jogar com 11 x 11. Foi só um jogo, mas nele se viu um jogador que parecia um passarinho de asa quebrada. Nesse nível de futebol, em que os melhores do mundo como Messi, Cristiano Ronaldo e mesmo o próprio Kaká só chegaram ao topo por estarem voando fisicamente, ter qualquer nível abaixo de preparo físico é ser presa fácil para a crítica.

A lição maior do 1º jogo não foi outra senão a inoperância do meia de ligação mais valorizado do elenco. Julio Baptista, Nilmar e até mesmo Kléberson Xaropinho teriam rendido mais pelo simples fato de estarem 100% fisicamente. Kaká, melhor vc nos 20 minutos finais voando do que o jogo inteiro se arrastando.

Fato impeditivo seria o “ninguém-rela-no-Kaká”. Trata-se do menina-dos-olhos da mídia e do marketing do selecionado brasileiro. Deixá-lo no banco necessitaria MUITA coragem.

Que venha Côte D´Ivoire.

*Carlos Augusto Sperandio Junior é médico em Curitiba e um dos dois fundadores deste blog em tempos remotos (2002)

Autor: - Categoria(s): Copa do Mundo, Seleção Brasileira Tags:
23/02/2010 - 17:04

A mandinga da camisa feia…

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Já que o último post foi o comercial da linda camisa 2 da Inglaterra, agora a do Brasil. Não tanto pela camisa, que confesso que já vi melhores (e eu gosto mais da azul que da amarela geralmente), mas pelo filme. Muito bom, criado pela agência F/Nazca com produção da O2.

E um amigo me lembrou bem. O Brasil costuma ganhar com camisas de gosto duvidoso, pelo menos ultimamente. Em 1994, aquela horrorosa, da Umbro, toda sobreposta de logos. Em 2002, aquela com listras laterais, meio esquisitas, ao contrário dos belos uniformes de 1998 e 2006, todas as três já na era Nike.

Claro que gosto é gosto. Cada um tem o seu. Mas, para o meu gosto, faz sentido.

Pra quem acredita em mandingas, tem uma boa aí…

Autor: - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags: , , , ,
21/01/2010 - 15:48

Três jogos para Ronaldinho virar, mesmo, unanimidade

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Ronaldinho faz parte do grupo de Dunga na Seleção. Não é um estranho como Ronaldo ou qualquer outro que possa aparecer nestes poucos meses de novidade no grupo (Roberto Carlos, por exemplo). Se Ronaldinho fez apenas 3 jogos em 2009, nos outros anos ele foi um dos mais presentes em convocações. Mesmo em má fase, Dunga jamais o descartou. Como não vinha merecendo, não era convocado, critério que o técnico usa muito bem com a maioria de seus comandados, com exceção talvez de Gilberto Silva, Robinho e alguns outros.

No final de 2009, Ronaldinho começou a mostrar melhoras no clube, ainda insuficientes para ser o melhor do Milan, mas já era uma melhora nítida. Agora, Ronaldinho mostra que está em forma ou feliz ou como quer que gostem de dizer toda vez que ele arrebenta. Contra a Juventus, um clássico, fora de casa, foi o dia do ‘clique’. Foi lá que todo mundo finalmente concordou que ele voltou. Depois, no jogo contra o Siena, um show de bola, daqueles dos tempos do Barcelona.

Então é o seguinte. Ele está em forma (o mínimo que pode fazer). Ele é um craque (até Dona Gilda, 90, a minha avó, sabe) e mostrou contra o Siena lampejos do jogador que, entre 2003 e 2006, mudou o jeito de se jogar futebol. O que está faltando? Falta mostrar que voltou a ser competitivo.

E ele tem toda a chance, em três partidas. A primeira é domingo, com transmissão da Espn,às 17h45. O Milan pega a líder Inter, na última chance de diminuir a diferença e quem sabe estragar a festa do penta do rival. Ronaldinho precisa fazer a diferença nesta partida, para começar a mostrar que voltou a ser competitivo.

Depois disso, em fevereiro e março, o Milan tem a duríssima missão de encarar o Manchester United em dois jogos pelas oitavas da Champions League. Do outro lado, pelo menos um jogador que será protagonista na Copa, Wayne Rooney. Mostrar um futebol de alto nível contra um adversário deste porte, com craques e numa competição de altíssimo prestígio é outra coisa.

Ronaldinho não precisa fazer 3 gols em cada uma destas partidas para convencer o mundo de vez. Não espero deles chapéus, letras, bicicletas e hattricks. Ronaldinho, na verdade, tem apenas a obrigação de fazer parte do jogo, colaborar e ser competitvo.

Se, ainda assim, encantar como contra o Siena, aí já vira covardia.

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , , ,
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