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Arquivo da Categoria Direto da Arquibancada

28/05/2009 - 16:22

Direto da Arquibancada (quase): Cruzeiro 2 x 1 São Paulo

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(Quase porque só tinha cadeira especial ainda na bilheteria. Então vá lá.)

– Tudo em relação ao Mineirão é especial. Grande e, quando cheio, espetacular. Aquela cobertura que pega parcialmente a arquibancada garante uma acústica que faz dos jogos lá provavelmente os mais barulhentos do Brasil. A torcida do Cruzeiro se inflama como quase todas as outras, mas a quantidade de gente e a acústica fazem dela especial.

– Antes, porém, a torcida sofre um pouco para chegar, pois o estádio é afastado do centro da cidade. Resultado: já que é longe mesmo e não pode vender bebida nos arredores, eles levam a festa pro estádio. Os carros vão parando pelos estacionamentos, as pessoas vão tirando bancos do porta-malas e até churrasqueiras em alguns casos. Lembra muito o que acontece antes dos jogos de futebol americano e de beisebol nos Estados Unidos. Piquenique ou churrasquinho no estacionamento para esquentar.

– Tudo só para esquentar, que fique claro, porque ir ao Mineirão e não comer o Tropeiro é como não ir ao Mineirão. Feito ali quentinho na hora no prato de plástico. Deixa tomo mundo ligadão para o jogo.

– Parentêses: as mulheres que frequentam o estádio na torcida do Cruzeiro não devem em nada às da Arena da Baixada ou o Beira-Rio. Fecha parênteses.

– O Mineirão está com dois belos telões, uma trás de cada gol. Mais legal ainda, os telões ficaram passando gols da final da Copa do Brasil de 2000 Cruzeiro 2 x 1 São Paulo, de virada. E cada vez que o Cruzeiro vira, no telão, a massa ia à loucura comemorando como se tivesse sido naquele momento. Reveja os melhores momentos deste jogaço de 2000.

– E então começa o jogo e…. caaaaiu o bandeirinha! Que cena sensacional. Exatamente a minha frente. Achei que seria substituído. Mas bandeirou no sacrifício (e acertou tudo).

– Kleber e Dagoberto. O que eu posso dizer desses dois? Eles vivem reclamando de perseguição da arbitragem brasileira. Aí chamam um juiz gringo para apitar. Desses que não fazem ideia quem é Kleber e quem é Dagoberto. Desses que deixam o jogo correr como os dois querem e não dão falta besta. Não deu nem 30 minutos de jogo e os dois já estavam amarelados.

– Um juiz caolho que apita futebol feminino no Vietnã daria cartão para Kleber e Dagoberto em qualquer jogo que eles venham a disputar. E eles reclamam de perseguição…

– E o intervalo chega com o Mineirão indo abaixo. O gol fez com que a torcida passasse os 15 minutos gritando e pulando.

– Dava até para ouvir o coro, tímido, de: ‘O Barcelona, pode esperar, a sua hora vai chegar!’

– O jogo começa ainda melhor no segundo tempo. O São Paulo vai para cima e Fábio mostra porque é considerado um dos melhores goleiros do Brasil. Quando o empate finalmente sai, a torcida do São Paulo, atrás do gol na geral, explode.

– O Cruzeiro não tinha na partida a habitual inspiração e, então, foi na força. Zé Carlos é chamado e a torcida aplaude. É a dose bruta para peitar Miranda, André Dias e o reino encantando dos volantes do MUricy (assunto para outro dia).

– O São Paulo poderia ter feito o segundo, mas sempre esbarrou em Fábio. O Cruzeiro foi, então, e fez. Festa do torcida. O mesmo resultado da final da Copa do Brasil 2000 e a vantagem do empate no Morumbi.

– O São Paulo também sai feliz com o gol fora de casa. Resta saber como será a volta…

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Autor: - Categoria(s): Direto da Arquibancada, Libertadores Tags: , , , , ,
29/03/2009 - 11:32

Direto da Arquibancada: drama, pastel e ambulatório em Joinville

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– O jogo é Joinville x Criciúma. Primeira rodada do quadrangular final do Campeonato Catarinense. O palco é a Arena Joinville, estádio público da cidade que é a casa do JEC.

– Além dos dois clubes, o quadrangular é disputado também pelo Avaí e pela Chapecoense, que empataram seu jogo de estreia. O primeiro é o unico catarinense na Primeira Divisão do Brasileirão 2009 e o Criciúma, rebaixado na Série B 2008, está garantido na Série C.

– O DRAMA é o seguinte: O Joinville disputa com a Chapecoense uma vaga na Série D. Ou seja, quem ficar atrás nesta briga particular dos dois, simplesmente não tem mais futebol em 2009. Acabou. Só o estadual de 2010.

– Uma cidade como Joinville, de meio milhão de habitantes, grande polo industrial brasileiro, responsável por grande parte do PIB de Santa Catarina, com um dos melhores ‘IDHs’ (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil sem time sequer na quarta divisão. Fica complicado.

– Ou seja: ser campeão é detalhe quase para o time, a torcida e os jogadores. Importante é ficar na frente da Chapecoense e ter emprego (e time) no segundo semestre.

– Por isso a torcida quase lotou a Arena Joinville, alçapão com capacidade para mais de 20 mil pagantes, no sábado a noite. 25 reais o ingresso na arquibancada descoberta adquirido na bilheteria uma hora antes do jogo. Com chuva leve e tudo.

– Torcida, aliás, com várias particularidades. Nunca vi num estádio tanta variedade de camisas de outros times. Flamengo domina, mas camisas do São Paulo, Vasco, Corinthians, Palmeiras, Fluminense, Grêmio e Inter estão por todos os lados nas arquibancadas. Convivendo com muita harmonia, claro. Na porta, tudo quanto é bandeira para vender, ‘até’ do JEC.

Na porta, tudo quanto é bandeira à venda, até do JEC

– Era até engraçado quando o sistema de som do estádio anunciava os gols da rodada. “Flamengo 4 x 0 Resende” era acompanhada de uma comemoração geral. Aí vinha “Vasco 5 x 3′ e ‘eeeeeeeeeeeeee’. ‘São Paulo 1 x 0 Palmeiras’ ‘eeeeeeeeee’ e assim por diante. Tinha torcedor de tudo quanto é time no estádio.

\'eeee\'

– Torcedor ‘JEC only’, daqueles com tatuagem do time, ficava atrás do gol do portão principal do estádio. Ali fica a torcida organizada União Tricolor, que gritou o jogo inteiro e, seguindo a cartilha do protesto para times em fase ruim, usa sua faixa de cabeça para baixo.

– A torcida do Tigre compareceu. Pequena, mas barulhenta. Criciuma, bem ao sul do estado, fica mais de 300 km de Joinville, que fica na divisa com o Paraná.

– Antes de começar o jogo, a famosa escalação dos jogadores feita pela torcida. O momento especial fica por conta da apresentação de Marcelo Silva, o Marcelinho, camisa 10 rodado. Nascido em Imbituba, ele já passou por Atlético-PR, Náutico, Vila Nova, Figueirense, Vitória e os próprios Criciúma e Joinville. É com ele que a torcida se identifica. E, como os jogadores ficam separados da torcida apenas por um fosso (veja na imagem o quanto o goleiro escuta), você vê no rosto de Marcelinho que ele também se identifica com o clube. Solta um grito forte ouvido por todos e pede raça ao time.

Torcida fica na orelha do goleiro

– O jogo começa muito pegado e brigado. Jogo bom de briga. Gosto deste tipo de jogo. O Criciúma fechadinho, com Basílio, o 7 capitão, como uma espécie de líbero atrás dos zagueiros e incomodando muito tanto na catimba como na excelência na marcação.

– Aos poucos, porém, o Criciúma vai mostrando que o contra-ataque pode ser matador. Foram umas duas chances no primeiro tempo. O time da casa pouco mostrou. Quase sempre as jogadas iluminadas saiam mesmo dos pés de Marcelinho, mas o time não conseguia finalizar.

– Confesso que não sei a quantas anda em todos os estados a proibição de venda de bebida alcoólica nos estádios. Sei que em SP, a medida foi definitivamente adotada. Mas no intervalo percebi que na Arena Joinville, a cerveja segue liberada. Eu não tenho nada contra, pelo contrário, mas preferi ficar no refrigerante com um pastel de carne: R$ 4,50.

– E o segundo tempo começa com contornos de drama. Aos 3 minutos, o Criciúma mostra boa qualidade nos passes e Zulu cruza na medida para Kempes, com visual Oséas (ou Luis Fabiano?) empurrar para o gol.

– Mal acontece o gol e o sistema de som avisa: ‘Atenção senhor Rubens, seu cunhado Carlos está no ambulatório do estádio’.

– Não foi só o Carlos que passou mal. No gol, Fábio Oliveira dividiu com Kempes e teve uma contusão. Saiu e entrou um garoto, Aldair, que a imprensa local fez elogios pela ousadia nos últimos jogos. Aldair usa a chuteira igual a do Alexandre Pato, amarela, e é um meia habilidoso, ciscador. Pisa na bola, tenta lances de efeito. Mas, nervoso, com a torcida sem paciência para pedaladas, não conseguia acertar. De qualquer forma, nascido em 1991, o garoto ainda tem chão pela frente.

– Aí vem a menina do ótimo sistema de som do estádio de novo: ‘Atenção senhor David, seu cunhado Henrique está passando mal no ambulatório do estádio’.

– Um torcedor que não tinha falado nada até então, vira para mim e diz: ‘não basta ter que trazer o cunhado para o estádio, você ainda tem que cuidar do cara. Se cunhado fosse bom, não começava com…’ Lembrei do meu pastel. Mas aparentemente tudo bem.

– A torcida alterna momentos de descontrole e xingamentos com acreditar. Pressão total. Alaçapão funciona e… pênalti aos 46 minutos do segundo tempo. Confesso que estava do outro lado e não faço ideia se foi ou não. Mas Lima, o centroavante do JEC, cobrou com paradinha e tirou do goleiro Márcio Angonese.

– 1 x 1. Torcida apreensiva, mas aliviada. Sabor de vitória. O quadrangular final do catarinense vai ter jogos de todos contra todos em turno e returno. Avaí e Criciúma têm um ponto a mais pela campanha na primeira fase.

– E a caravana do ‘Direto da Arquibancada’ segue rumo a Porto Alegre.

Autor: - Categoria(s): Direto da Arquibancada, Futebol Brasileiro Tags: , ,
12/03/2009 - 12:59

Direto da Arquibancada: estreou no Pacaembu o Ronaldo Futebol Clube

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– Um milhão de reais de renda bruta. Joguinho de quarta-feira a noite com chuva. Esse Ronaldo…

– Primeiro ele empata um clássico no último minuto. Agora ele joga 75 minutos e marca o gol da virada.

– E o Twitter logo após o jogo era só gente assim: ‘Vi um gol do Ronaldo ao vivo’. ‘Pronto, agora já posso morrer. Vi um gol do Ronaldo no campo’. Ninguém precisava de mais de 140 caracteres para dizer se tinha ou não valido a penas pegar chuva no Pacaembu.

– Viu mais. Viu ele brincar com o banco, chutando a bola com violência antes de começar o jogo em cima deles. Viu Ronaldo perder um gol ‘que não costuma perder’, viu ele buscar a bola nas redes no momento do gol de André Santos.

– Viu Ronaldo, para dar um nó em quem, dia após dia, insiste em comparar a sua chegada com a de Garrincha, fazer um lance de Mané na intermediária de seu próprio campo, antes de emendar o três dedos mais lindo desta fraquíssima partida para o companheiro livre na ponta esquerda.

– Sobre a torcida do Corinthians que esteve ontem no Pacaembu, algumas considerações a se fazer. Primeiro que eu nunca vi tanto ‘não-corintiano’ vendo um jogo do Corinthians. Nem na época do Tevez, que juntava amantes de futebol de outras torcidas também, isso aconteceu.

– O resultado (e me corrija quem esteve, como eu, no Pacaembu e que habitualmente, como eu, vai ao Pacaembu) foi uma torcida mais quieta e tímida do que o normal. Seja pelo ingresso caro, que leva quem não vai muito ao estádio a conseguir a entrada, seja pela quantidade de são-paulinos, palmeirenses, santistas e afins lá presentes.

– O ‘Louco por ti, Corinthians’, que arrepiava a segunda divisão no ano passado, foi totalmente abafado pelo grito ensandecido de quando Ronaldo foi anunciado como titular no placar eletrônico 15 minutos antes da bola rolar.

– O ‘Não Para, Não Para’ não foi nada perto dos minutos de aplausos e gritos ‘desorganizados’ de Ronaldo, assim que o atacante meteu a bola para o gol no segundo tempo.

– Está inaugurado, goste ou não goste, o fenômeno Ronaldo Futebol Clube. Todo boleiro que se preza na cidade vai ver um jogo dele nestes próximos meses, independente do time. Flashes e mais flashes pipocavam das arquibancadas. Parecia noite de final de Champions League.

– Digo mais. Se o Corinthians quiser dar uma de Santos do Pelé, pode mandar jogo no Maracanã, no Mineirão, no Couto Pereira, em La Bombonera que vai lotar em todos os lugares (não mais apenas em Londrina ou Ribeirão Preto).

– Prova disso é que quando ele saiu, ainda mais com a chuva chata que caía, não foi pouca gente que foi embora, apesar do perigo iminente de um empate do São Caetano.

– A torcida do Corinthians vai ter que conviver com isso. E com orgulho, creio eu.

– Fora isso, o time do Corinthians ontem foi fraco, irritou a torcida várias vezes. Jorge Henrique corria feito doido, mas não conseguia encostar e fazer jogadas com Ronaldo. Douglas não acertava os passes. A entrada do Dentinho melhorou o jogo.

– Senti Ronaldo menos no jogo também. As vezes até meio longe, alheio. A própria comemoração do gol foi tímida (não que precisa ir para o alambrado toda vez, mas esperava mais animação pelo primeiro gol em casa). Talvez pelo adversário, talvez pelo cansaço, talvez pela facilidade dele, em marcar. Só espero que não seja falta de motivação (já). Fato é que, como sempre em sua carreira, Ronaldo sempre brilhará mais em grandes jogos.

Autor: - Categoria(s): Direto da Arquibancada, Futebol Brasileiro Tags: , ,
04/03/2009 - 09:01

Palmeiras 1 x 3 Colo Colo – as coisas que vi da arquibancada

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– Não sei como foi na TV, mas obviamente Cleiton Xavier se sacrifica em nome de Diego Souza. Essa é uma boa desculpa, mas não é só isso. O novo 10 do Palmeiras sumiu a valer no jogo mais importante que disputou em casa até agora. Se é coincidência ou será algo repetitivo só o tempo (ou o próximo clássico) dirá.

– Diego Souza definitivamente não acerta no Palmeiras. Mas, convenhamos, junto com o incansável Pierre, foi dos poucos que procurou o jogo. Cleiton Xavier não apareceu. Outro presente foi Williams, enquanto aguentou…

– …falar nele, a velocidade de Williams é algo inacreditável. Nos primeiros 30 minutos de jogo, ele ganhou todas na corrida, tanto na frente como ajudando na marcação. Mas a impressão é de que vai perdendo fôlego com o decorrer do jogo. No segundo tempo, perdeu na corrida num contra-ataque do Colo Colo que quase resultou em gol. De duas uma: ou ele começa a dosar no começo ou terá que ser uma substituição obrigatória sempre.

– O goleiro Bruno estava disperso no segundo tempo. Cabeça baixa. Quando a bola estava com o Palmeiras no ataque, ele estava parado com as mãos na cintura. E quase não ‘aqueceu’ ou gritou. Na jogada do terceiro gol, esse ‘sono’ ficou claro já que o atacante adiantou a bola na corrida e o goleiro, que estava plantado na frente do gol, sequer tentou sair para abafar a jogada. Com o time todo no abafa e dois zagueiros lentos, Bruno tinha que se adiantar e ficar na cabeça da área quando o Colo Colo, que só vivia de contra-ataque, estivesse com a bola. Após o terceiro gol, apenas se lamentou.

Keirrison, matador, fez um belo gol de cabeça e perdeu o grande lance para empatar o jogo. Longe da bola, abriu pouco espaço, movimentou-se mal, embolando o já fechado ferrolho chileno. Foi péssimo na partida e mesmo assim quase saiu como herói. Ou seja, a fase é boa mesmo.

– A parte experiente do time do Palmeiras, Marcão e Edmilson, foi a mais vaiada pela torcida. Marcão na lateral esquerda não aguenta. E Edmílson, que falou estar arrepiado de voltar a ouvir a torcida brasileira nas primeiras vitórias, sentiu ontem a parte ruim de entender o que a torcida grita. Lento, foi o mais vaiado de todos. Nos últimos 10 minutos, não podia tocar na bola que ganhava vaia geral.

– Luxa, que ganhou um coro especial da torcida de que só ganha o ‘Paulistinha’, foi para o vestiário de paletó e voltou só de camisa no calor insuportável que fazia na cidade de São Paulo. Ouviu poucas e boas da tal turma do amendoim.

– Naquela região, aliás, uma parte da torcida ficou irritada com a eloquencia de um narrador chileno no momento do segundo gol. O ‘gol’ dele extrapolava o vidro e chegava forte no silêncio que tomava conta daquele setor.

– Não é desculpa, lógico. Até porque o juiz não foi mal em lances decisivos. Mas as arbitragens sul-americanas são coniventes demais com a catimba dos times não-brasileiros e argentinos. Ontem foi irritante o número de vezes que o jogo parou para atendimento de jogadores chilenos. Além do tempo perdido, que nunca é totalmente recuperado, esse cai-cai vai minando jogadores e torcedores.

– Jogo às 21h50 é um absurdo. Mas jogo às 20h00, em São Paulo, é desumano. Detona todo o trânsito da cidade e faz com que boa parte do estádio só consiga entrar aos 40 do primeiro tempo. Acho que 20h30 é o ideal (para a cidade de São Paulo).

Autor: - Categoria(s): Direto da Arquibancada, Futebol Brasileiro Tags: , , , , ,
18/01/2009 - 22:02

Três do Pacaembu

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1 – Fui ao Pacaembu só para ver a entrada de Ronaldo em campo e sentir a euforia da torcida (ainda que acabei vendo um time muito consistente para a temporada que começa). A torcida está muito eufórica. Claro que tem que separar o torcedor organizado do outro. O organizado gritou menos. Mas as câmeras (como estas no tobogã) eram todas apontadas ao Fenômeno, que é o rei da simpatia até aqui e, lógico, o grande ídolo da torcida.

2 – A torcida organizada, antes da entrada do elenco em campo no sábado contra o Estudiantes, gritou por um bom tempo: “Se o Corinthians não ganhar, ole ole olá, o pau vai quebrar”. Confesso que não entendi.

3 – Caiu muita chuva no momento do apito inicial. E durou quase todo o primeiro tempo, como todo mundo viu. Mas teve gente, veja nas fotos, que nem ligou.

Autor: - Categoria(s): Direto da Arquibancada, Futebol Brasileiro Tags: ,
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