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16/01/2013 - 15:52

Pato não nasceu gato

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[nota do editor – Carla Faria é colaboradora de longa data e, se tudo der certo, volta com as pérolas do Gandula para o BlogdeBola. O texto é dela e não seria de mais ninguém.]

por Carla Faria

Carnaval tá aí, né? Corinthians campeão do mundo, tal. Olha a oportunidade:

Alexandre Pato é companheiro de equipe de Juliana Paes na seleção “dinheiro pode não trazer felicidade, mas me deixa bonitão”. Na mesma medida em que o prodígio evoluiu seu futebol, seu guarda-roupas, carinha e corpão acompanharam as mudanças para melhor. Levantei alguns momentos (outros, importantes, infelizmente não estão mais de pé) para comprovar que o menino só melhora:

Nos tempos de Inter, Pato fazia o Gangsta Style e o frescor de sua juventude era ofuscado pela ~beleza madura~ do ídolo Fernandão.

Nos tempos da primeira convocação para a Seleção brasileira, o jovem Pato já tinha visto a natureza ocupar-se de suas orelhas de abano. De resto, o conjunto da obra estava meia-boca.

Aí o piá vai lá e casa com sua paixãozinha de infância (vi ele contar essa história: o menino Pato tinha fixação pela global Stephanie Brito, à época estrelinha da Malhação). INTEIRO VESTIDO DE BRANCO. Terreiro feelings.

Pausa para as questões estéticas, brecha para as questões eróticas: nos momentos de folga/tédio nas concentrações, ainda casado com Stephanie, Pato trocava figurinhas virtuais com a Felina, personagem que agitou a web em 2009 divulgando fotos e vídeos de picardiazinhas praticadas com grandes ídolos do esporte e show biz. Já tive foto mais reveladora; perdi.

Bye-bye, Brasil, acabou casamento, bora pra Itália. Foi na terra do design que Alexandre Pato aprendeu a escolher a roupa certa, cortar o cabelo direito e andar com as companhias adequadas. Desfrutando nos vestiários da privilegiada vista de vizinho de armário de Maldini, Pato assume que o ídolo italiano foi imprescindível pra que ele tomasse tento e aprendesse a usar direito o mar de dinheiro que ganhava. Oito centímetros maior (lide com essa informação) e com oito quilos a mais de pura massa magra nosso herói virou hominho e saiu de cueca na Vanity Fair.

Bonitão virou embaixador Dolce e Gabanna.

Pegou gostoso a filha do primeiro ministro.

Foi capa da versão pra macho da Vogue Itália.

E posou fazendo cara de poucas amigas pra uma consagrada dupla de fotógrafos carcamanos. Imagina discutir a relação com um sujeito com essa expressão, essa barba e esse cabelo? #chatiada

Deve ter sido o ar dos trópicos: recém chegados ao Brasil, os cachos do Pato viraram chapinha. Percebi também que rolou um design de sobrancelha. A camisa do timão até que caiu bem. O próximo passo deve ser rolê na Barra em companhia de Íris Valverde.

Desejo sorte ao rapaz e fico à disposição enquanto personal stylist. E espero que os ventos mudem e descabelem essa cabeleira de cantor sertanejo.

[outras notas do Editor:]


1 – A coluna do Tostão de hoje acaba com uma observação bastante interessante/esquisita sobre Pato, que eu jamais tinha lido ou ouvido falar:

“Suspeito, apenas por observação, com grandes chances de dizer besteira, já que não tenho nenhuma informação científica, que um dos motivos de tantas contusões musculares de Pato é sua maneira de correr, ereto, contraído, com o peito estufado, imponente.”

2 – A média de gols do Pato no Milan, quando em campo…

3 – Essa Carla…

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro Tags: , ,

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1 comentário para “Pato não nasceu gato”

  1. IBabLONT disse:

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    IBabLONT http://www.23oUn8D6gOz88L2Ym14urE.com/
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Os comentários do texto estão encerrados.

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