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Arquivo de janeiro, 2012

10/01/2012 - 11:03

O difícil papel de ser o número 2 até quando se é o número 1

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Veja a vibrante comemoração de Cristiano Ronaldo no jogo contra o Granada:

Os estragos que o Barcelona está causando e ainda deve causar no futebol mundial em geral e no Real Madrid em particular vão muito além dos títulos e glórias. Cristiano Ronaldo talvez seja a vítima que mais chama a atenção.

O fato de não comemorar o gol não importa muito. Mas os fatos são marcantes. Cristiano Ronaldo anotou, contra o Granada, seu gol 21 em 17 jogos na atual Liga Espanhola. Pelo Real Madrid, são 112 gols em 114 jogos, uma média mais do que espetacular.

Títulos também não serão exatamente um problema. Ano passado, o time ficou com a Copa do Rei que, se não cura as feridas abertas pelo Barcelona, pelo menos fez o próprio Messi chorar de raiva como mostra essa foto, tirada no vestiário logo após a vitória merengue.

Outros títulos virão. Na rodada do último final de semana, o Barcelona tropeçou de novo e o Real Madrid abriu cinco pontos na liderança da Liga. Ou seja, é muito possível, até provável, que o Real seja o campeão espanhol mesmo tomando dois shows de bola do Barcelona já que o clássico que foi um passeio no primeiro turno agora será na casa do Barcelona.

Só existe uma redenção possível: a Champions League. A sonhada décima do Real Madrid, ensaiada e fracassada já desde 2002. Mesmo ela, fico aqui pensando, pode ser um corta-clima grande dependendo como for, principalmente para Cristiano Ronaldo. Neste nível, não basta chegar na frente, é preciso ser o melhor. Se esse título vier sem um confronto direto contra o Barcelona para vingar a temporada passada, vão sempre dizer que é justo, mas faltou alguma coisa.

Artilheiro e líder do campeonato espanhol, melhor campanha da Champions League até aqui. Craque que chuta com a direita, a esquerda, cabeceia, corre mais do que todos, joga num time de ponta. Mas é, como foi ontem na votação da Fifa, o segundo. Mesmo quando é o primeiro.

Jan Ulrich

Essa história começa a me lembrar a de Jan Ulrich, ciclista alemão fenômeno que venceu a Tour de France em 1997. No ano seguinte, Lance Armstrong venceu pela primeira vez e venceria outras seis seguidas, se tornando o maior mito da história da prova. Ulrich, no melhor estilo Cristiano Ronaldo, foi vice em 4 destas sete vitórias de Lance.

Ulrich ganhou uma medalha olímpica em 2000 e é considerado um dos melhores ciclistas de todos os tempos. Em 2003, foi escolhido o maior esportista alemão mesmo no auge de Michael Schumacher. Mas, como Cristiano e Messi, Ulrich encontrou Lance pela frente.

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: ,
07/01/2012 - 15:34

Os 25 mais de Henry pelo Arsenal

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O vídeo abaixo explica um pouco a euforia dos torcedores do Arsenal pelo empréstimo de apenas 2 meses de Thierry Henry ao time londrino.

O francês é o maior artilheiro da história do clube, com 226 gols. Não foram poucos bonitos e importantes, como você vê a seguir. Henry tem 34 anos e até nos Estados Unidos, onde joga, é contestado. Mas, enfim, ídolo é ídolo.

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional, Videos Futebol Tags: ,
05/01/2012 - 12:21

Tim Howard, em gif animado

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Este blog não resiste a um “gif animado” (jpg animado? eu não conhecia… confesso. Mas vou seguir chamando de gif).

O incrível gol do goleiro americano Tim Howard na derrota do Everton contra o Bolton não poderia ficar de fora.

Mais: gifs animados

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags:
02/01/2012 - 23:20

Pato não voa

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Pessoal do Milan (super) empenhado no alongamento na praia, em Dubai, onde o time vai enfrentar o PSG num amistoso.

A foto (STR/AFP/Getty Images) é melhor que o post, na verdade.

Eu queria chamar a atenção para o Alexandre Pato.

Este blog é fã de Pato. Ou sempre foi. Ainda lembro da tarde em que fui vê-lo no Parque Antarctica jogar pela primeira vez em 2006. De folga, eu estava a meia hora da rua Turiassu e tinha, no estômago, um almoço de domingo pesado. Na alma, muita preguiça e, em casa, o conforto do pay-per-view. Forças superiores e uma curiosidade intensa com o garoto me mandaram assistir aquele Palmeiras x Internacional. Foram 45 minutos sublimes e um gol no seu segundo toque na bola como profissional, antes do jogo completar 1 minuto. Eu vi acontecer e até hoje ainda arrepio de lembrar. O resto é história.

Meses depois, eu desembarquei em Tokyo/Yokohama para ver Pato atrair todos os olhares da mídia mundial, contra um Barcelona que, se não era o de Xavi, Iniesta, Fabregas e Messi, era o de Xavi, Iniesta, Deco e Ronaldinho.

Verdade é que, como Neymar, Pato não brilhou no Japão. Fez sua graça no jogo de abertura, deu um drible desconcertante em Puyol na final mas, pra vencer, Ceará, Gabiru e Iarley foram de herois colorados.

Como não brilharia, aliás, muitas outras vezes. Pato despontou tão novo e fez coisas tão maravilhosas em campo que sempre ganhou crédito por aqui. Não é mole fazer 60 gols pelo Milan, marcar na estreia da Seleção, ganhar do Real Madrid  no Bernabeu marcando dois gols. Mesmo nas atuações apagadas, sobretudo na Seleção, ele jamais recebeu críticas definitivas por aqui.

Cansei de ter que defender o garoto do meu amigo Fabio Bittencourt, corneta afiado, pedindo calma e tempo. Ontem, li que outro fã do Pato, Leonardo Bertozzi, ficou perto de jogar a toalha em seu blog na ESPN.

Pois, meu caro Fabio, é chegada a hora. Pato, aos 22 anos, está devendo muito mais do que promete. Ele já não merece a confiança que este blogueiro tanto colocou nele em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011. 22 anos não é mais tão jovem. Vivemos num mundo cruel em que Messi tem 24 anos.

Meu caro Fábio, você tinha razão. E se em algum momento não tiver mais no futuro, agora teremos que engolir essa juntos.

Autor: - Categoria(s): Futebol Brasileiro, Futebol Internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , ,
01/01/2012 - 13:29

O clube dos 25 aos 30 anos

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Uma rápida olhada nas 20 contratações mais interessantes e oportunas para o mercado de inverno na Europa do Guardian inglês, uma turma salta aos olhos. Apesar de Neymar (ainda) aparecer, são os caras entre em 25 e 30 anos o grupo mais consistente.

São jogadores rodados. Pro bem e pro mal. Nem tão novos para ter adaptação e chororô ou saudades de casa, nem tão velhos para serem considerados ‘fim de carreira’. Alguns, como Tevez, têm a situação insustentável no atual clube. Outros, como Hulk, ficaram grandes demais para permanecer. E outros ainda, como Torres, simplesmente precisam de benzedeira e novos ares. Mas, inegavelmente, todos eles já mostraram seu nível em competições internacionais nos clubes e na seleção.

Lukas Podolski eu até fui checar. A gente já acompanha ele há tanto tempo que, confesso, achei incrível ele ter apenas 26 anos e ser mais novo do que, por exemplo, Robinho, que não figura nesta lista de “grandes negócios”. Com 43 gols, Podolski é ‘só’ o sexto maior artilheiro da história da seleção alemã atrás de, pela ordem, Muller, Klose, Klinsmann, Voller e Rummenigge (sendo que faltam 4 para pegar a terceira posição de Klinsmann). Lembrando que logo depois de alçado ao estrelato, Podolski foi ao gigante Bayern de Munique, fracassou e teve que voltar ao pequeno Colônia para reencontrar seus melhores dias.

Cito alguns aqui da lista do Guardian que fazem parte da turma 25 a 30:

Hulk, 25 anos, Porto

Podolski, 26 anos, Colônia

Tevez, 27 anos, Man City

Tioté, 25 anos, Newcastle

De Rossi, 28 anos, Roma

Fernando Torres, 27 anos, Chelsea

Krasic, 28 anos, Juventus

Fora da lista, lembro outro aqui: Kaká, com 29 anos até abril, está próximo de deixar essa interessante turma dos 25 aos 30. Se finalmente conseguir se firmar no Real Madrid, não precisará se preocupar pois está num gigante.

Mas, se for ficar neste lenga-lenga por muito mais tempo, está na hora de pelo menos figurar nesta lista…

Autor: - Categoria(s): Futebol Internacional Tags: , , , ,
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