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Arquivo de junho, 2010

14/06/2010 - 15:35

‘São Robinho’ entra no comercial

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Como Ronaldinho, protagonista brasileiro do comercial da Nike para a Copa (Write the Future), não entrou na lista de 23 jogadores de Dunga, a empresa tratou de aproveitar a ideia com o brasileiro disponível.

Já que a pedalada acabou virando marca de Ronaldinho no comercial (Kobe Bryant imita o gaúcho no comercial orignal), Robinho ganha um drible novo num fictício jogo contra a Coreia do Sul. Mais para uma carrapeta do Falcão do futsal do que propriamente algo do repertório do camisa 11 da Seleção. Heroi do jogo, o santista é homenageado com carro alegórico no carnaval e até dia de “São Robinho”. Ganso e Neymar participam do filme.

A F/Nazca, agência responsável pela conta da empresa, anuncia também outros vídeos de 30 segundos com as histórias exclusivas de Cannavaro, Rooney e Cristiano Ronaldo vivendo suas glórias e/ou fracassos.

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14/06/2010 - 09:34

Bottom 3 do primeiro final de semana da Copa

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Não vai ser difícil escolher os três piores após o primeiro final de semana da Copa. Nos seis jogos, não faltou papagaiada em campos sul-africanos, todos os três em lances que definiram a partida.

3 – Chaouchi (Argélia)

Não chega a ser um Green, que teve o frango nas mãos e deixou ele escapar. Mas a falha do goleiro argelino é daquelas para a Fifa atualizar o vídeo de grandes falhas da história da Copa.

2 – Kuzmanovic (Sérvia)

Eu acho que ele foi ainda pior que o goleirão argelino. No lance que ele cometeu o pênalti não tem desculpa da bola, de nada. Pífio. Resta lamentar que a Sérvia perdeu de Gana graças a esse lance.

1 – Green (Inglaterra)

Se Chaouchi falhou, eu não sei como chama o que aconteceu com Green. O goleiro do West Ham virou uma piada dele mesmo depois de seu lance contra os Estados Unidos, que definiu o empate.

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11/06/2010 - 18:47

Bottom 3 do dia 1 da Copa do Mundo

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3 – Perez (México)

Incrível que o Ochoa seja reserva deste “pequeno” Oscar Perez, goleiro mexicano. Ele tentou entregar o ouro várias vezes mas não conseguiu. No gol, não teve culpa, claro, a bola foi no ângulo, mas mesmo no lance sua indecisão de sair e não sair é digna de Trapalhões.

2 – Lodeiro (Uruguai)

Entra em campo e toma vermelho. Entra para a galeria Etcheverry de grandes cagadas da história da Copa. Falta horrorosa. Mas, enfim, o jogo seguiu 0 x 0 e o garoto é jovem.

1 – Mokoena (África do Sul)
Se alguém falhou a ponto de prejudicar sua equipe de maneira decisiva foi o capitão Mokoena. Não sair na rebatida da zaga é erro básico. De zagueiro e capitão, não dá para aceitar.

Autor: - Categoria(s): Copa do Mundo Tags: , , ,
11/06/2010 - 11:58

Cinema Perna-de-Pau

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Por Maurício Targino

Em seus primeiros minutos, The Game of Their Lives (que no Brasil foi “fielmente traduzido” para Duelo de Campeões) até promete ser um filme se não excelente, ao menos honesto em sua intenção de resgatar um dos fatos mais impactantes da história do futebol: a vitória da modesta Seleção dos EUA sobre a poderosa Inglaterra na Copa de 1950.

Nas arquibancadas do estádio Robert F. Kennedy em Washington, minutos antes de começar o All-Star Game da Major League Soccer em 2004, está Dent Mcskimming, o único jornalista norte-americano que cobriu a ida do time norte-americano ao Mundial do Brasil. Em off, ele narra a história.

O fato de que o verdadeiro Dent McSkimming morreu em 1976, a princípio não chega a incomodar. Afinal, se está diante de um típico filme norte-americano de Sessão da Tarde. Mas os problemas da película dirigida por David Anspagh começam aí.

No início de 1950, numa pequena comunidade de St Louis, alguns jovens veteranos da II Guerra Mundial começam a se destacar jogando soccer. Quando a Federação Norte-Americana resolve fazer uma seletiva para escolher os jogadores que representarão o país na Copa do Mundo de 1950, eles vêem uma oportunidade de mudar suas vidas e entrar para a história. Sim, você já viu esta história com outra embalagem em outros filmes.

Daí em diante, vemos a preparação, os conflitos, os dramas, tudo contado de forma mais do que convencional (e repleto de inaceitáveis “liberdades criativas”) até a apoteótica vitória sobre os esnobes ingleses.

O elenco tem algumas caras conhecidas como Gerald Butler (300), como o goleiro Frank Borghi, Wes Bentley (Beleza Americana), como o capitão do time Walter Bahr, além de Patrick Stewart como o velho Dent McSkimming. Todos em atuações corretas, mas nada que influencie positiva ou negativamente suas carreiras.

As cenas de futebol são irregulares, pouco convincentes em vários momentos. Mas não chegam a ser o que torna The Game of Their Lives um filme ruim. Isso cabe às já citadas “liberdades criativas” do roteiro de Angelo Pizzi, inspirado no livro homônimo de Geoffrey Douglas. Isso sem contar a intragável trilha sonora de Angelo Roos, que mata por completo qualquer possibilidade de gostar do filme.

Joe Gaetjens, atacante de origem haitiana que marcou o gol da vitória sobre os ingleses, é retratado de maneira ridícula e seu triste fim (desapareceu durante a ditadura de Papa Doc Duvalier no Haiti) não é mencionado.

Dentre as distorções históricas do roteiro, a que mais irrita é a relacionada à campanha dos EUA na Copa. A partida de estréia, derrota por 3×1 para a Espanha em Curitiba, sequer é mencionada. Quem não sabe o mínimo de história do futebol imagina que a vitória sobre a Inglaterra no estádio Independência em Belo Horizonte (ridiculamente encenado no estádio da Laranjeiras, no Rio, com os prédios ao redor aparecendo várias vezes) foi a estréia da equipe.

Recife, onde os EUA fizeram sua derradeira partida na Copa (derrota por 5 a 2 para o Chile) é citada apenas como o local de uma base norte-americana que irá disponibilizar um avião para levar a equipe até Belo Horizonte. Como o filme mostra a equipe hospedada no Rio de Janeiro, mesmo sem ter realizado nenhuma partida lá (exceto nas filmagens), fica a impressão de que foi mera desculpa para a equipe do filme curtir a Cidade Maravilhosa.

Curiosidades: Stan Mortensen, craque inglês da época, é interpretado por Gavin Rossdale, vocalista da banda Bush, que fez relativo sucesso em meados da década de 1990; e o correspondente da BBC no Brasil, Tim Vickery, aparece rapidamente como locutor da rádio BBC na partida retratada no filme.

Ao final dos noventa minutos do filme, fica a sensação de ter assistido uma partida de amadores jogando sem vontade. Mas é um caso típico de filme ruim que deixa uma lição importante: a de como é possível estragar por completo uma grande história através da maneira de contá-la.

PS: não confundir com o documentário de 2002 também chamado The Game of Their Lives, que fala da Seleção Norte-Coreana que disputou a Copa de 1966. Esse sim é um grande filme.

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08/06/2010 - 17:30

Novas tabelas da Copa do Mundo de 2010 (e mais design)

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Se você ainda não recebeu por email, twitter, facebook, orkut, oleole, pombo-correio ou carta a tabela da Copa feita pelo Diário Marca nas últimas três semanas, você não anda frequentando as melhores rodas desta rede. Interativa, moderna, com todas as informações na mesma tela, ela quebra com os tradicionais modelos de tabelinha quadrada que se vê por aí.

Mas caso você seja mais do tipo “tabela na porta do armário”, daquelas como a que a revista Placar colocou dentro do seu guia do Mundial ou os jornais publicaram ultimamente, tenho uma com visual mais bacana para indicar. O designer brasileiro radicado em Londres Renato Lopes lançou esta da imagem abaixo (em baixa aqui, claro) e nem cobra nada pelo download de uma bem grande no site dele para você imprimir e guardar clique aqui.

Por falar em design, ele anda na boca do povo nestas semanas. Principalmente pelo furo deste iG que revelou antes uma logomarca da Copa de 2014 e ainda por levantar dúvidas nesta reportagem sobre os critérios de escolha durante o processo.

De qualquer forma, ainda no assunto criar, chegou ao meu email um desafio mundial da marca Umbro que propõe que os internautas entrem no site e criem seus próprios escudos no concurso Design Your Crest. A companhia escolherá os cinco melhores escudos de todo o mundo e os reproduzirá em camisetas da marca.

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02/06/2010 - 15:32

Confrontos engasgados da Copa 2010 – Uruguai x França

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Uruguai x França – Grupo A – Estádio Green Point, Cidade do Cabo – 11 de junho, 15:30

Logo no primeiro dia da Copa 2010 a tabela reserva um confronto inusitado. As duas equipes se enfrentaram poucas vezes na história, apenas quatro. Foram dois amistosos, um em 1985 com vitória francesa por 2×0 e um empate sem gols em 2008 mas também foram duas vezes em Copas. Nenhuma delas é motivo de orgulho para os franceses. Em 1966, Uruguai e França se enfrentaram pela segunda rodada após empatarem em suas respectivas estreias e a vitória por 2×1 do Uruguai praticamente eliminou os franceses, que chegaram à última rodada precisando vencer a anfitriã Inglaterra, o que não aconteceu. Em 2002, novo confronto pela segunda rodada, após ambos serem derrotados na primeira partida. A França defendia o título e o empate em 0x0 obrigou os dois a vencerem seus jogos na rodada decisiva. Nenhum deles conseguiu e os dois voltaram para casa mais cedo. Henry, astro da classificação francesa com sua “carregada” na partida contra a Irlanda em 2009, foi expulso na partida em 2002 ainda no primeiro tempo. Recoba perdeu um gol inacreditável e ele, ‘Loco Abreu’, também errou das suas. Veja um compacto:

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