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02/04/2009 - 02:31

Brasil 3 x 0 Peru – fácil, fácil…

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– 3 x 0. Meio sonolento. Mas 3 x 0. Boa vitória. Importante.

– O sono começou nas arquibancadas. Os cambistas passaram o dia tentando vender quilos de ingressos na Rua dos Andradas e toda a região central. Não venderam boa parte deles (bem feito) e o resultado foi o segundo anel vazio atrás dos dois gols (mais do lado do terceiro gol brasileiro).

– Luis Fabiano mostrou o faro do gol de sempre. Marcou seis gols já. Mas alguma coisa diz lá no fundo que ele não vai emplacar sempre. Não sei exatamente o motivo mas sempre parece que vai aparecer um Pato, um Nilmar, um Adriano, um Ronaldo e na última hora tirar o cara da jogada. Parece que não combina com o time, não parece à vontade às vezes. Ele me lembra o Alex, que arrebentou nas duas eliminatórias (2002 e 2006), capitão da Copa América e na hora da Copa foi preterido. A sorte dele é que até hoje não vi técnico mais coerente (teimoso?) do que o Dunga com o que ele mesmo pensa. Para o bem e para o mal. Mas isso é só uma sensação minha. Nem opinião, nem informação.

– Kaká voltou razoável. Mas não dá para comparar o que foi o jogo no Equador com o que o Peru se propôs a fazer no Beira-Rio. Júlio César, o melhor goleiro do mundo, quase foi surpreendido no segundo tempo na única vez que a bola chegou. Estava frio e desatento, provavelmente. Injusto até com Ronaldinho, apesar dele merecer uma reserva, pois não dá para comparar as duas situações de jogo.

– Uma coisa Dunga tem razão. O time tem 22 titulares mesmo. Essas duas rodadas foram mais do que prova. Entrou Kleber, saiu marcelo, entrou Daniel Alves, saiu Maicon. Entrou Josué, Elano, Julio Baptista. No final, parece tudo a mesma coisa, né? Mais uma vez: tanto para o bem quanto para o mal.

– Eu já tinha observado outras vezes, sobretudo durante o longo período em que fiquei na Copa América. Mas a velocidade com que o Daniel Alves chega na bola ou na marcação é algo impressionante.

– Por falar em rapidez, de tanto pedir Pato (a primeira vez foi aos 23 do primeiro tempo), a torcida convenceu Dunga a colocar o jogador. Ele e Ronaldinho. Bem, não foi o sonho da torcida a atuação dos dois, mas pelo menos matou a saudade da gauchada. Pato arremessou até as chuteiras para a torcida no final.

– Quando completou as duas substituições de Pato e Ronaldinho, Dunga experimentou uma sensação diferente. Teve seu nome gritado pela torcida. Mas, na coletiva depois, disse que não fez a votnade da torcida. Apenas precisava dar mais movimentação ao time.

– E o Felipe Melo, depois dessa jogada, deve ter carimbado seu passaporte para a Copa. Ele tem cara de ser aquela aposta do treinador, aquele ‘achado’ que só ele percebeu. Depois dessa, vai até o fim. Se bobear, titular. Veja pelo lado bom. Poderia ter sido o Afonso Alves. Independente disso, Felipe Melo está mais à vontade na Seleção do que o veterano penta Gilberto Silva.

– E o Kaká foi dizer que em uma semana melhorou mais do que em 3 no Milan. A comisão técnica brasileira ficou toda prosa. Esqueceram de fazer outra conta. Anderson, Maicon, Luisão e Marcelo com lesões musculares. O Brasil recuperou um e ‘estragou’ quatro.

– No final das contas, importante mesmo foi o resultado… da Bolívia. Se der para somar os 6 deles, virou goleada.

– E que saudades que eu tenho da arquibancada.

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