Publicidade

Publicidade
30/10/2008 - 18:37

Três parágrafos sobre Becks

Compartilhe: Twitter

Eu assisti a um jogo do LA Galaxy estes dias. Beckham jogou. Eu sempre fui um admirador do inglês. Exagero quem o chama de maior meia da história ou gênio do futebol. Exagero maior achar que ele é um marqueteiro apenas ou um cabeça-de-bagre. Jamais faltou a ele raça e vontade e fica difícil achar passes errados e caneladas dele em toda a carreira. Alguns de seus lançamentos longos, viradas de jogo e faltas cobradas não me saem da cabeça. Não é um Zidane, nem um Ronaldo, mas um jogador que marcou sua época positivamente.

Mas nos Estados Unidos, vi outro Beckham. Sem inspiração, sem vontade, sem nada. Até sua própria torcida o vaiava e com razão.

O contrato com o Milan muda tudo de figura. Beckham parece ter se tocado que dinheiro não é tudo e, boleiro dos bons que sempre foi, está na cara que quer usar seus poucos anos que restam pra jogar futebol de verdade.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:

Ver todas as notas

1 comentário para “Três parágrafos sobre Becks”

  1. Silvio Rauth Filho disse:

    Concordo plenamente. Beckham sempre se destacou pela precisão dos seus lançamentos, passes e cruzamentos, mas não pode ser considerado genial. Alex Fergunson sempre tirou o melhor de Beckham.

    Há 12 anos atrás, quando brinquei de técnico na UFPR, também tive um Beckham no meu time. O nome dele era Maurício Teixeira. Fenomenal nas bolas paradas, incrível nos passes, só que mais criativo que o inglês. Parece que Maurício hoje escreve um blog no Ig.com.br…

Os comentários do texto estão encerrados.

Voltar ao topo