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16/09/2008 - 12:12

A paradinha

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Para começar este texto, sou a favor da paradinha. Não tenho nada contra mesmo e se não tem nada contra na regra, que seja usada e abusada.

Isso não me impede de achar a paradinha uma jogada comum, até besta. Vou além e acho que é um recurso de jogar não muito habilidoso (não conheço um super craque que tenha usado).

Quando o cara vai correndo para a bola, pára, espera o goleiro cair de bunda e toca a bola do outro lado, não deixa de ser uma covardia. O gol facilitado. Como vale bola na rede, beleza, vá em frente.

Mas, para quem quiser mostrar habilidade mesmo na marca da cal, existe sim um golaço de pênalti. Muitos jogadores já fizeram mas aqui no Brasil a gente costuma chamar de gol à Djalminha. É aquele que o craque brasileiro eternizou em pleno Santiago Bernabeu lotado contra o Real Madrid.

Uma coisa é o cara vir correndo para a bola, dar o breque brusco, esperar o goleiro cair de bunda, armar a perna para trás novamente e chutar no outro canto. Outra totalmente diferente e lance de altíssimo nível técnico é vir correndo e, sem parar, diminuir o ritmo da corrida e ‘tirar o peso’ da bola, seja dando uma cavadinha seja apenas empurrando a bola com o goleiro fora da jogada.

Eu desafio os jogadores que jogam no Brasileirão e estão se achando malandrões com suas paradinhas a fazerem esta jogada. A segunda, é claro. Isso sim é diversão e classe.

Veja a seguir a ‘pequena’ diferença entre a paradinha comum do Brasileirão (esta é do Jean Coral do Criciúma contra o Guarani na série B).

E a paradinha de craque (não preciso dizer que é Zidane na final da Copa).

Para terminar, um videozinho de Maradona (na fase GGGGG) explicando como batia pênalti. Tem várias cobranças dele e repare que ele sempre quebra o ritmo perto de bater para levantar a cabeça e ver para onde o goleiro vai.

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23 comentários para “A paradinha”

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