Publicidade

Publicidade

Arquivo de setembro, 2008

30/09/2008 - 15:36

Ê, Zenit !

Compartilhe: Twitter

É, pessoal. Nosso time na Europa, o Zenit, nada de embalar. O Arshavin jogou bem. Mas o time perdeu uns 300 gols no segundo tempo e nada deles empatarem.

Você gasta milhões de dólares montando um time e não tem um centroavante que manda para o gol a bola.

E o Real Madrid, que ganhou por 1 x 2, não tem time para ganhar ‘la decima’. Pode me cobrar depois. E olha que o bom Robben jogou 82 mintos, o que deve ser um recorde para ele, tão bichado sempre na sua carreira infelizmente.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/09/2008 - 13:33

Vaga na Libertadores x Título

Compartilhe: Twitter

Aí começa a ladainha. “Apenas os cinco primeiros que estão a quatro pontos do líder têm chance de ser campeão” ou ainda “Este time não vai disputar o título, mas vaga na Libertadores dá.”

Conversa, gente. A vaga na Libertadores está a 4 pontos do título e são 11 rodadas. Quem disputa um, ainda disputa o outro até que se prove em contrário.

Botafogo, Inter e Coxa

O Botafogo, por exemplo, tem confronto direto, dentro ou fora de casa, com quatro dos cinco primeiros. Só não joga mais contra o Cruzeiro. Se ganhar três destes quatro jogos, quem pode dizer que não está no páreo?

O Inter, a mesma coisa. Se ganhar duas de três partidas próximas vai estar no bolo. E ainda tudo por acontecer, como por exemplo o Coxa voltar a subir.

Campeão

Independente da posição, vai ganhar mesmo quem arrancar agora e vencer todas dentro e uma e outra fora. Nivelado do jeito que está o negócio, a decisão vai demorar para acontecer.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/09/2008 - 10:54

O Gre-Nal é o segundo clássico mais importante do Brasil

Compartilhe: Twitter

O primeiro clássico mais importante do Brasil é aquele aí da sua cidade. Seu time contra aquele time que você menos gosta, independente de qual cidade seja. Porque clássico é para se viver e não para se ver.

Mas tirando este jogo do seu time do páreo, você tem que concordar que o melhor clássico do Brasil é o Gre-Nal. A rivalidade, o jeito dos gaúchos de saber de cor o número de qualquer Gre-Nal (este foi o Gre-Nal 373, aliás), os estádios cheios, a disputa em campo por vezes violenta, enfim, todo o clima já basta para fazer dele o jogo de futebol do ano.

Quando de um lado está o líder do campeonato e de outro o melhor elenco do futebol brasileiro, então, vira uma covardia. O jogo ganha toques maravilhosos, tabelas e o drama de um Grêmio que, pior que cair pela tabela, parece não ter time para voltar.

O Inter acordou tarde mas está no páreo. Se nos números parece difícil, em campo o time está cada vez melhor.

E para coroar e deixar os gaúchos insuportáveis esta semana (com razão), não sei se para fazer média ou não ou apenas no calor de seu golaço, D’Alessandro respondeu assim quando perguntado se a rivalidade do Gre-Nal é igual a de Boca x River:

– Acho que é mais! A gente está louca – disse o jogador. Antes que alguém pense alguma maldade, “A gente” é uma tradução livre deste recém-chegado argentino para “La gente”, que quer dizer ‘as pessoas, o povo, a massa’, etc.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/09/2008 - 12:59

O fator Inter e o futebol no Mundo

Compartilhe: Twitter

O Internacional ganhou três seguidas. Flerta com a zona da Libertadores com um time que, convenhamos, era para brigar pelo título. Uma vaga na Libertadores salva a temporada. Mas uma vitória no domingo no Gre-Nal salva ainda mais. Além de seguir na balada, pode tirar o rival da liderança.

***

O Palmeiras segue como o favorito a desbancar o Grêmio. Mas Cruzeiro, Flamengo e São Paulo estão vivos. Na próxima rodada, uma combinação nada improvável de resultados (vitórias de Inter, Náutico, Flamengo, São Paulo e Botafogo) pode colocar uma diferença de cinco pontos do primeiro ao sexto.

+++

Mais emocionante do que isso, só a briga do rebaixamento. Náutico (13o.) pra baixo, tudo pode acontecer.

Milanezas

– E o Milan começa a se acertar em campo, adivinha, com Ronaldinho no banco. Barcelona no final e Seleção Brasileira não foram muito diferentes. Quando uma pessoa te fala uma coisa, você desconfia. Quando duas pessoas te falam uma coisa, você começa a se preocupar. Quando uma terceira pessoa vem com a mesma opinião, olha, melhor ficar bem preocupado.

– Alexandre Pato parece outro jogador. Depois do fiasco em Pequim e de um primeiro semestre bem discreto no Milan, ele quase foi emprestado (pena que não foi). Mas já na quinta, no jogo pela Uefa, era outro Pato. Corria muito e queria fazer gol. Nada como quando a água bate na bunda. Fez mais um no final de semana, de cabeça, e quem sabe ele descobre de novo o faro pelas redes. Chega de toquinho, firula e festinha na comemoração. A gente quer ver gol.

– E a Inter de Mourinho já é favorita para tudo de novo. O terceiro gol, do Ibra, foi a típica jogada que o português gosta, de contra-ataque, compacto.

Inglesas

– Outro que lembrou bons tempos foi o Arsenal. No gol de Denílson toda uma jogada de contra-ataque da molecada agora com Theo Walcott finalmente mostrando que era uma boa aposta em 2006.

– Robinho fez a festa do City mas quem está bem mesmo é Jô, que provavelmente será um jogador muito valorizado na Premier League pelo estilo e altura que tem. Jô é brasileiro, mas tem o jeitão dos principais atacantes africanos, que tanto dão certo na Terra da Rainha.

– Mas legal mesmo foi Chelsea 1 x 1 Manchester United. Tudo é mais bonito por lá, do futebol ao estádio, dos uniformes aos craques. Parece outro esporte se você compara com qualquer jogo do Brasileirão e nossos estádios. Pena que Deco não jogou e Cristiano Ronaldo entrou no fim. E, convenhamos, Berbatov ainda não mostrou a que veio. Com Tevez, Rooney (o melhor em campo) e Ronaldo, seria outra história. Fica para o segundo turno, ou a Champions, a FA Cup.

Bayern

– O Bayern de Munique é meu palpite para ser a surpresa (não zebra, porque o Bayern é o Bayern) desta Champions League. O time é ótimo. Agora como é que eu vou explicar a derrota em casa para o Werder Bremen do Diego por 5 x 2? Complicado.

Aguero e Messi

O campeonato espanhol já vivei de duelos Ronaldo x Ronaldinho. Agora, quem manda lá são os argentinos. O romarinho Aguero e o maradoninha Messi estão deitando e rolando numa temporada que se não é mais tão atrativa quanto antes, com Valencia e Atletico fortes, pode ser emocionante.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/09/2008 - 13:07

Sul-Americana e a vontade de vencer

Compartilhe: Twitter

Rodrigo Bueno escreve hoje na Folha de São Paulo em sua coluna a solução para lá de simples para a Copa Sul-Americana e o calendário brasileiro.

Sul-Americana e Libertadores ao mesmo tempo, no mesmo formato, a temporada toda e ainda Copa do Brasil, com todos os clubes, e os grandes entrando depois. Enfim, se nem tudo que é bom para a Europa, é bom para o Brasil, eu acho (e o Bueno também) que neste caso, é.

Mas eu quero ir além. Eu não suporto este treco de ‘esta competição não vale nada’. Ou ‘tem que dar uma vaga na Libertadores para ficar interessante’. Ou ‘a Copa do Brasil é o caminho curto para a Libertadores’. Não estou falando apenas de jogadores e técnicos, mas de torcedores também.

Como se para vencer um torneio ou um jogo, seja preciso ter uma recompensa. Um fardo disputar um torneio se ele não dá vaga para nada. Como se toda a graça do futebol mundial fosse viajar para o Japão em dezembro.

Eu não sei vocês, mas quando estou em campo eu gosto de ganhar. Quando meu time joga, eu quero que ele vença. Ontem, por exemplo, eu disputei um amistoso interno com o pessoal do iG. Meu time perdeu de 4 x 0. Fiquei louco da vida. Fui pra casa de cabeça inchada. Logo após o jogo, fui pro chuveiro esfriar a cabeça porque estava com raiva mesmo.

Não recebi bicho ou salário para jogar ontem. Aliás, não valia nem cerveja. Não valia nada, muito menos vaga na Libertadores. Mas eu queria ganhar. Todo mundo do meu time queria ganhar e por isso a gente briga entre a gente e até exagera na bola dividida. Todo mundo do adversário queria vencer (e eles venceram).

Não existe palhaçada maior que querer perder um jogo. Ou entrar de corpo mole e só jogar quando tem prêmio. Em se tratando de profissionais, então, é uma vergonha. Jogador de futebol é pago para jogar bola.

Dane-se a vaga na Libertadores. Eu quero ganhar a Copa do Brasil porque eu quero levantar o caneco. Os tão criticados (inclusive por mim) campeonatos estaduais talvez sejam os últimos dos torneios que os times se matam para vencer e que ‘não valem nada’. Apenas pelo gosto da vitória.

Claro que os regulamentos têm que melhorar e o calendário precisa ser trabalhado. E acho que a CBF, a Conmebol, a Globo e a Traffic e quem mais seja que manda no futebol brasileiro está perdendo tempo e dinheiro em não mexer nestes formatos.

Mas quando se pede recompensa para que um jogador tenha motivação para exercer a profissão dele, e o torcedor para querer que seu time vença, a essência da disputa do esporte pela disputa do esporte perde um pouco do sentido.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/09/2008 - 12:12

A paradinha

Compartilhe: Twitter

Para começar este texto, sou a favor da paradinha. Não tenho nada contra mesmo e se não tem nada contra na regra, que seja usada e abusada.

Isso não me impede de achar a paradinha uma jogada comum, até besta. Vou além e acho que é um recurso de jogar não muito habilidoso (não conheço um super craque que tenha usado).

Quando o cara vai correndo para a bola, pára, espera o goleiro cair de bunda e toca a bola do outro lado, não deixa de ser uma covardia. O gol facilitado. Como vale bola na rede, beleza, vá em frente.

Mas, para quem quiser mostrar habilidade mesmo na marca da cal, existe sim um golaço de pênalti. Muitos jogadores já fizeram mas aqui no Brasil a gente costuma chamar de gol à Djalminha. É aquele que o craque brasileiro eternizou em pleno Santiago Bernabeu lotado contra o Real Madrid.

Uma coisa é o cara vir correndo para a bola, dar o breque brusco, esperar o goleiro cair de bunda, armar a perna para trás novamente e chutar no outro canto. Outra totalmente diferente e lance de altíssimo nível técnico é vir correndo e, sem parar, diminuir o ritmo da corrida e ‘tirar o peso’ da bola, seja dando uma cavadinha seja apenas empurrando a bola com o goleiro fora da jogada.

Eu desafio os jogadores que jogam no Brasileirão e estão se achando malandrões com suas paradinhas a fazerem esta jogada. A segunda, é claro. Isso sim é diversão e classe.

Veja a seguir a ‘pequena’ diferença entre a paradinha comum do Brasileirão (esta é do Jean Coral do Criciúma contra o Guarani na série B).

E a paradinha de craque (não preciso dizer que é Zidane na final da Copa).

Para terminar, um videozinho de Maradona (na fase GGGGG) explicando como batia pênalti. Tem várias cobranças dele e repare que ele sempre quebra o ritmo perto de bater para levantar a cabeça e ver para onde o goleiro vai.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/09/2008 - 18:52

Das Eliminatórias Européias

Compartilhe: Twitter

– Ufa! Como se diz ‘SAI NHACA’ ou ‘SAI ZICA’ em inglês? A Inglaterra finalmente tem seu novo herói astro POP teen. Theo Walcott despertou de seu sono eterno e fez três gols contra a Croácia em Zagreb. Talvez o jogo mais difícil no papel desde que Capelo assumiu. A começar pela marra do técnico da Croácia, Bilic, que disse que a Inglaterra não consegue jogar bem nunca. Além disso, o ex-herói astro POP teen Wayne Rooney fez um gol depois de muito tempo. Rooney surgiu como o novo Pelé (sic, foi o Sven que disse isso na época) e depois arrepiou no Manchester United mas fica devendo muito na seleção. 1 x 4 para os ingleses.

– Olha… bem que o Deco tentou. Tentou muito. Melhor em campo e cansou de dar bola para os caras fazerem gol, mas mesmo assim Portugal tomou uma virada aos 47 do segundo tempo e perdeu por 2 x 3 em casa contra a fraca, mas raçuda, Dinamarca. E o goleirão do Carlos Queiróz, sei não viu… Cristiano Ronaldo não estava, diga-se, e claro que Portugal vai classificar. Mas vai ser difícil esquecer este jogo em Lisboa. Mais ganho, impossível…

– Klose fez três e se redimiu de não fazer nenhum contra Liechenstein. Pena que o jogo acabou 3 x 3 contra a Finlândia. A zaga alemã não anda lá essas coisas. Mas o mais legal é esta camisa reserva da Alemanha, não?

– A torcida de Udine vaiou a seleção tetracampeã quando estava 1 x 0. O que eles mais queriam? O time ganhava de 1 x 0 da Geórgia. Não é assim que funcionam as coisas na Itália? Mas De Rossi queria mais. Depois do primeiro golaço, o jogador da Roma fez mais um no finalzinho. Maicon, eles também vaiam o time deles em casa por outros países. Não é só no Brasil não. Até na Itália.

– Domenech não é Dunga, mas entrou em campo pressionado. Pois Henry e Anelka fizeram um cada e aliviaram a barra do treinador. A França venceu por 2 x 1 a Sérvia em casa.

– A Espanha, líder do ranking da Fifa, goleou a Armênia por 4 x 0. Dois do Villa (para variar), um do Senna e um do Capdevilla. Também era só o que faltava.

– Troféu Joinha da rodada vai para a Suíça. A ressaca de ver finalmente Roger Federer voltar a vencer foi tão grande que o time conseguiu a proeza de perder em casa por 2 x 1 para Luxemburgo…

– Para terminar, no jogo Eslováquia x Eslovênia, não bastasse os nomes parecidos, dá uma olhada nas bandeiras dos dois países.

Fotos Reuters, AP e AFP.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/09/2008 - 21:13

Nem no videogame…

Compartilhe: Twitter

As primeiras fotos de divulgação do PES 2009, jogo da Konami que vai juntar várias funções e plataformas coloca em campo pela Seleção o trio do Milan que ainda nunca jogou junto.

Me chamou a atenção o placar do jogo, entre as duas equipes titulares. 2 x 0 para a Argentina.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/09/2008 - 12:51

Esqueçam…

Compartilhe: Twitter

Esqueçam que o Chile é a pior seleção de futebol do mundo. Esqueçam que eles têm a pior zaga do planeta bola. Esqueçam que o Suazo fez um golaço no 6 x 1 da Copa América mas não tem idéia como se faz um gol. Esqueçam que o Bielsa não escala o Valdívia de titular e que Sanchez é um fanfarrão. Esqueçam que o futebol no Chile não existe mais.

Mas não esqueçam que o time brasileiro foi pressionado pela imprensa, pelo presidente da República, pela torcida e por todo mundo que achou pífia a apresentação brasileira na Olimpíada. Não esqueçam que entraram em campo pressionados, com expressão vencedora nos olhos.

O Brasil fez uma ótima partida contra o Chile em Santiago. Nada como um pouco de pressão para ver os jogadores brasileiros jogando com vontade. A expressão no hino nacional, o jeito que Julio Cesar fez os jogadores comerem a bola, a raça do Lúcio se matando em cada bola como se não fosse um consagrado zagueiro do poderoso Bayern de Munique.

A vontade de Luis Fabiano, o tanto que Diego correu e lutou, o Ronaldinho puto porque foi substituído, o Kleber com algum sangue na veia como não se via no Santos há tempos.

Mas isso foi um jogo apenas. Belo jogo. Belos toques de bola, belos gols, e Robinho e Luis Fabiano desequilibrando. Mas apenas um jogo. O time precisa manter a pegada sempre. E, ninguém me tira da cabeça, nada como uma pressão 24 horas por dia para que isso aconteça.

Jogar na Seleção Brasileira é assim mesmo. Não dá para relaxar. A crítica acontece o tempo todo e tem que acontecer. Quando joga bem, como ontem, é motivo de comemoração. Mas o pé atrás é permanente.

Até por isso, não esqueça que este esquema tático ainda nos deixa em muitos momentos vendidos em campo, sem a menor força de chegada no meio. O time não consegue entrar na área adversária com mais de dois jogadores. Não fosse o gol de cabeça no primeiro tempo, o Brasil teria dificuldade de chegar. Depois abriu e a zaga chilena é, como eu disse, a pior do mundo.

Então, não esqueçam de cobrar. E os jogadores que não esqueçam nunca que jogam na Seleção Brasileira de futebol. E estejam preparados para ouvir.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/09/2008 - 09:41

Quatro toques

Compartilhe: Twitter

Animal no gol

Não dá para chamar o choro de Edmundo do popular e divertido chororô que tem tomado conta das arquibancadas e conversas de futebol pelo Brasil. Edmundo está nitidamente com problemas. Ele chora quando vence, chora quando perde, chora quando é homenageado, chora quando é xingado. Lembro dele mesmo dizer na Espn (suas entrevistas são sempre muito boas) quando foi sabatinado que anda muito sensível e que qualquer coisa mexe demais com ele. Edmundo está chegando ao fim da carreira, com problemas com a Justiça e talvez precise de (mais) ajuda.

Sport

Não tem outra explicação. O Palmeiras vê a camisa rubro-negra do Sport e já sabe que vai perder o jogo. Mais uma derrota, esta em casa e humilhante.

Irregularidade

Semana passada o São Paulo deixou a briga pelo título. Palmeiras era o único que podia parar o Grêmio e já vai acabar a rodada atrás do Cruzeiro. Coxa ou Botafogo ainda podem acabar a rodada no G4, assim como o próprio Flamengo que lá está. Digo tudo isso porque não acredito em previsões nesta altura do campeonato. O Grêmio pode muito bem perder no sábado para o Fluminense e ficar a 8 pontos do Coxa, 9 do São Paulo e cinco do Cruzeiro. O futebol brasileiro não tem a regularidade da NBA em que o time que lidera quanha 7 a cada 10 jogos. Aqui, tudo pode mudar a cada rodada.

Trio

O presidente Lula, eu e você. Todo mundo mexendo com os brios da seleção brasileira. Será que estes caras agora vão mostrar algo no domingo ou será que vai continuar o sambinha fajuto em campo?

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo