Publicidade

Publicidade

Arquivo de abril, 2008

29/04/2008 - 12:51

Valdívia e Nilmar (ou Luxa e Abel)

Compartilhe: Twitter

Valdívia estava engrenando domingo quando Luxemburgo resolveu tirá-lo de campo. Seja pela possibilidade de um cartão, seja pelo futebol não estar sendo aquele. Valdívia não entendeu.

Nilmar estava domingo em campo e foi sacado por Abel. Na saída, disse que ‘quando a coisa está ficando boa, ele me tira… é sempre assim’.

Abel e Luxa são dois dos mais vencedores técnicos em atividade no Brasil. Abel é sempre contestado. Jamais atingiu a unanimidade. Algo que Luxa cada vez chega mais perto de conquistar.

Eu também gosto de ver Valdívia e Nilmar até o final sempre. Mas técnico vencedor geralmente tem seus motivos. No caso gaúcho, que precisa reverter vantagem, só veremos no próximo domingo.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
24/04/2008 - 16:12

Cristiano Ronaldo nas alturas

Compartilhe: Twitter

Errar um pênalti desse não é mole. Tudo bem que o cara tem quase 50 gols na temporada e tal. Está jogando demais. Mas coloca uma pressão. Pressão, diga-se, que o craque que é craque tem que passar um dia na carreira. Basta lembrar de Zico, Baggio e Platini.

Chegou a vez de Cristiano Ronaldo lidar com ela.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
24/04/2008 - 15:55

Dois jogos, duas falhas

Compartilhe: Twitter

Rogério Ceni é um mito. Assim que encerrar a carreira, será coroado o maior goleiro da história do São Paulo e o goleiro que revolucionou a posição no Brasil. Um vencedor e papa-títulos.

Enquanto ele atua, ele está sujeito a falhas, tempestades, trovoadas e CRÍTICAS. Rogério falhou feio domingo. Custou a classificação do São Paulo. Perdeu até a habitual calma ali fazendo um ‘carinho’ no Valdívia (não que seja caso de punição, mas não é muito a cara dele).

Na quarta, fez defesas excepcionais. Salvou o São Paulo de tomar o empate e mesmo do time colombiano abrir o placar. Mas, justamente naquele lance decisivo, falhou de novo. O São Paulo foi salvo pelo bandeirinha.

Não estou falando que Rogério Ceni está em fim de carreira ou que ele tem que ir para a Seleção. Mas Rogério Ceni é um jogador em atividade como outro qualquer. E, claro, merece ser criticado quando falha. E críticas a Ceni, sabe-se lá o motivo, não são muito comentadas.

A fase não é boa. Não quer dizer que não possa melhorar. Mas não é boa não.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/04/2008 - 15:13

Afonso Alves

Compartilhe: Twitter

Lembram dele? O Dunga não. Mas este blog não esquece.

Afonso Alves era o rei do gol no campeonato holandês. Tem a incrível média de 45 gols em 39 jogos pelo Heerenveen no Campeonato Holandês.

Foi para o Middlesbrough, da Inglaterra. Lá, disputou seu sétimo jogo pela Premier League. Foi titular em três e entrou no jogo nos outros quatro. Foram “apenas” dois gols.

O “apenas” vem entre aspas porque os dois gols foram marcados contra o Manchester United, no empate por 2 x 2 das duas equipes. Veja os dois gols que, se não são pinturas, também não são fracos.

Resta a pergunta. Dois contra o atual Manchester United vale mais ou menos que 45 na Holanda?

Independente da resposta, vou seguir acompanhando o cara que, do nada, um dia vestiu a camisa 9 que foi de Tostão, Careca e Ronaldo. Claro que com a fase de Luis Fabiano, o surgimento de Pato, a volta de Nilmar, o ressurgimento do Imperador, cada vez será mais difícil nosso amigo voltar.

Eu mesmo já escrevi uma vez para ele guardar a camisa com carinho, afinal, para ele, o futebol foi uma benção naquelas convocações.

De qualquer forma, mais uma boa historinha do futebol. Quem sabe ela ainda não acabou…

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
13/04/2008 - 22:54

Palmeiras segue favorito

Compartilhe: Twitter

Apesar do gol irregular (aliás, achei que apenas o segundo gol tricolor foi regular, os outros dois do jogo, foram mal marcados), o São Paulo deste domingo lembrou e ao mesmo tempo não lembrou o do ano passado.

Lembrou pelo sistema defensivo, que fez boa parte da partida impecável. Alex Silva, Miranda, Richarlysson apenas marcando, Hernanes muito bem e Zé Luis perfeito.

Não lembrou o time do ano passado na medida que os gols foram feitos por um atacante, algo que no ano passado era raro, com a defesa sendo o grande ataque tricolor.

A combinação poderia ser perfeita e vislumbraria nova fase no time do Morumbi. Isso se o terceiro gol tivesse saído. Mas não foi bem assim. O time abriu o bico no segundo tempo, tomou o gol e vai bem desfalcado enfrentar o Palmeiras no Palestra.

Ou seja. O Palmeiras segue favorito.

Afinal dificilmente, quero crer, Valdívia fará outra partida tão apagada. Kleber, também quero crer, provavelmente não estará tão apavorado como pareceu estar.

E tem o Diego Souza, que eu sinceramente não entendi ainda qual é a dele. Momentos de gênio alternados a sumiços duradouros.

Está tudo aberto. Inclusive Ponte x Guará.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/04/2008 - 18:12

BBB da Altitude

Compartilhe: Twitter

Que chatice toda essa história da altitude. Agora o Flamengo jogou contra seu próprio argumento. Foi lá e fez como tem que fazer. Goleou. Detonou. Chocolateou.

E dane-se a altitude.

Eu seeeeeei que altitude faz diferença. Lógico. Mas eu realmente gostaria que um desses reality shows aí da vida moderna fizesse um teste assim:

Tome-se quatro grupos.

O Grupo X vai desembarcar na Cidade do México (2.235 metros de altitude), com vendas nos olhos, e ao sair do avião o doutor Runco vai dizer:

Rapaziada. Vamos correr muito que aqui é nível do mar.

___________________________________________________

O Grupo Y vai desembarcar em Lima no Peru (90 metros de altitude), com vendas nos olhos, e ao sair do avião o doutor Runco vai dizer:

Pessoal. Segura a onda que aqui a altitude judia do caboclo.

___________________________________________________

O Grupo Z desembarca na Cidade do México (2.235 metros de altitude), com vendas nos olhos, e ao sair do avião o doutor Runco vai dizer:

Pessoal. Segura a onda que aqui a altitude judia do caboclo.

___________________________________________________

O Grupo W vai desembarcar em Lima no Peru (90 metros de altitude), com vendas nos olhos, e ao sair do avião o doutor Runco vai dizer:

Rapaziada. Vamos correr muito que aqui é nível do mar.

___________________________________________________

Acabam os quatro jogos. Avaliam-se os resultados dos quatro grupos.

Eu realmente adoraria ver o efeito psicológico na tal da (real) influência da altitude.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/04/2008 - 18:49

ZZZZZZ

Compartilhe: Twitter

Sobre os dois duelos de hoje, nada a declarar.

Chatíssimos.

Tudo culpa do De Rossi, que poderia ter feito sir Alex Fergunson engolir a arrogância de ter poupado seus principais craques (Ronaldo e Rooney) ao mandar para Roma um pênalti no primeiro tempo que poderia ter colocado fogo no jogo.

Que venha Barcelona x Manchester United.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/04/2008 - 18:45

Musiquinha do Anderson no Manchester United

Compartilhe: Twitter

O Bate Bola da Espn Brasil deu a dica agora e eu repasso aqui pra vcs. A musiquinha que a torcida dos Red Devils canta para nosso Anderson.

Mais legal são as duas comparações que fazem. Primeiro dizem que ele é melhor que Kleberson que, para quem não lembra, passou (alguém viu?) pelo Manchester United quando saiu do Atlético-PR.

Depois, é claro, falam (de uma maneira não muito educada) que ele é melhor do que o Fabregas.

Exageros e palavrões deixados de lado, bom saber que nosso Anderson caiu nas graças da torcida por lá. Merecidíssimo, aliás.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/04/2008 - 16:40

Não viu a cor da bola?

Compartilhe: Twitter

O Schalke, no intervalo agora, está sendo eliminado pelo Barcelona. Nada mais normal. O time alemão nem foi tão mal assim. A superioridade do Barça não chega a ser gritante.

Se o time do Schalke 04 viu a cor da bola nos primeiros 45 minutos, tem torcedor que provavelmente não viu. Dá uma olhadela na mesa dos torcedores na concentração em Barcelona antes da partida.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/04/2008 - 18:23

Walcott, Torres, Gerrard, Babel! Que terça-feira!

Compartilhe: Twitter

Que terça-feira. Liverpool 4 x 2 Arsenal foi o jogo do ano até aqui. Craques em campo. Golaços. E o de sempre, raça, determinação e uma camisa pesada.

A camisa do Liverpool, o inglês que mais vezes venceu a Champions League, que vai pegar o Chelsea de novo. O pesadelo de Mourinho (perder do Liverpool) agora pode ser a redenção de Avram Grant. Já pensou se o Chelsea ganha a Champions logo no ano que demitiu Mourinho? Drama.

O jogo foi demais. Diaby abriu o placar para o Arsenal. Um belo gol, pela troca de passes rápidos. Hyypia fez aquele chamado golaço de cabeça para empatar. De longe, de frente, livre, tocou no único lugar possível. Hyypia é um zagueirão digno dos grandes pilotos de Fórmula-1 que a Finlândia produz.

Torres, um dos três melhores jogadores do mundo até aqui na temporada, marcou de novo. Outro golaço. Quando parecia que a fatura estava liquidada, eis que entra Theo Walcott, aquele teen que foi para a Copa da Alemanha que até agora, vamos combinar, nada…

O cara pega uma bola na área dele decidido a calar a minha boca. Sai driblando. Dribla todos que aparecem na frente, vai na linha de fundo e cruza no contrapé, certinho, para Adebayor. O gol mais lindo da noite. Euforia de Nick Hornby e cia.

Mas bastou um primeiro ataque. Primeiro mesmo. Trinta segundos depois Babel entrou driblando na área e sofreu pênalti. Gerrard bateu no alto, lado trocado do pé, bola que geralmente só craque bate (e faz).

Aí ainda restou o gol de Babel, merecidíssimo, que ganhou de Fabregas (que deixa o trio de melhores do mundo da temporada) e tocou na saída do goleiro. Walcott seria o herói. Babel roubou a cena.

Cerca de 290 km de Liverpool, em Londres, o Chelsea precisou de 4 minutos para esfriar a torcida brasileira. Ballack de cabeça. Aí o Fenerbahce se apequenou demais. Alex tinha que ir buscar jogo atrás do Maldonado. Lugano tinha que chegar batendo em gol. Nenhum deles brilhou. Nem ao menos Deivid, que já tinha brilhado demais até então.

Não dava. E o Chelsea depois marcou o segundo com Lampard.

O Chelsea vai para a semifinal, com o fantasma de perder do Liverpool. Desta vez, porém, sem Mourinho, o time é menos baladado, menos favorito. Menos amedrontador. O que, quem sabe, não vira o jogo.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo