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Arquivo de dezembro, 2007

12/12/2007 - 12:57

Feliz Ano Novo, Ronaldo

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Ronaldo não joga o Mundial de Clubes pelo Milan esta semana. Com muita sorte, no dia 22 de dezembro, estará em campo para o clássico Inter x Milan pelo Campeonato Italiano.

Ronaldo vive um 2007 parecido (ainda que diferente) de 2000. Naquela ocasião, ficou a temporada inteira sem atuar por conta da grave contusão no joelho que teve.

2007, apesar da gravidade das contusões não terem chegado nem perto, ‘pequenas’ coisas musculares tiraram o fênomeno de campo. O resultado é que jogou pouquíssimas partidas (14) e não passou de 7 gols marcados.

Entre as pessoas que precisam receber desejos de Feliz Ano Novo, Ronaldo está no topo da lista com certeza.

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10/12/2007 - 22:22

Dicionário Manoel Machadês

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Meu amigo português (leonino) André me mandou um vídeo que humoristas fizeram em cima de falas do técnico do Sporting Braga, que fala tão complicado que faria inveja a qualquer político nacional. É de chorar de rir.

Aproveite e conheça o blog do André, que brincadeiras a parte, toda semana faz uma muito útil avaliação da atuação de todos os brasileiros que atuam na Liga Portuguesa.

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08/12/2007 - 15:59

Mundial 2006

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Daqui a pouco completa um ano do gol abaixo, de Adriano Gabiru, que depois dele saiu do Inter, foi apra o Figueirense antes de unir-se ao Sport.

Duas perguntas que faço para 2007.

1 – Poderá o Boca fazer como o Inter e vencer o Milan?

2 – Que raio de língua se fala neste vídeo?

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07/12/2007 - 17:24

E o futebol feminino?

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Teve o Pan com o Maracanã lotado para ver a nossa seleção feminina jogar. Veio a Copa do Mundo e nossas meninas nos encheram de orgulho, ainda que perdendo a final para a Alemanha.

E então o futebol feminino ocupou seus 3, 4 dias de blábláblá na imprensa nacional. “Elas não têm apoio”. “Ninguém olha por elas”. “Nem campeonato o Brasil tem.” “Somos amadores, imagina se tivessemos organização.” “Um absurdo isso, um absurdo aquilo.”

Bom, veio a Copa do Brasil Feminina. A final acontece neste sábado entre Mato Grosso do Sul (favorito) e Botucatu. Pode não ser a melhor coisa que já se viu em termos de campeonato, mas eu faço aqui algumas perguntas:

Quanto tempo você gastou com a Copa do Brasil feminina?

Quantos jogos você, que tem TV a Cabo, assistiu?

O jornal que você lê todas as manhãs, quanto espaço ele dedicou ao torneio?

Você que trabalha em marketing de empresas, quantos de vocês pensaram em patrocinar uma equipe?

Voilá.

O futebol feminino, assim como o boxe, o handebol e a esgrima, tem obviamente problemas de estrutura no Brasil. Mas a culpa não é só do governo, dos empresários, dos clubes e da CBF como reza o clichê.

A culpa passa pelo próprio esporte. Não é fácil criar cultura esportiva forçada da noite para o dia. Vai demorar algumas gerações para que um pai leve a sua filha numa escolinha sem que ela peça. Demora também para que um clube monte um time forte, que lote estádio e dê retorno financeiro. Isso acontece nos Estados Unidos, que tem uma cultura diferente da nossa. Futebol lá é ‘coisa de mulher’.

Não se pode esperar que um empresário gaste milhões num campeonato de um esporte que as pessoas não querem ver. O futebol feminino está atrás de outros esportes ainda. O vôlei é um bom exemplo. Todo mundo adora ver a seleção, vencedora e que nos dá orgulho, mas os clubes duram uma ou duas temporadas, com nomes de empresas que entram e deixam o esporte na mesma velocidade de um saque do André Nascimento. Os atletas jogam em sua maioria no exterior. Fosse um negócio lucrativo, que vendesse camisa, tivesse bom marketing, lotasse ginásio, disputados por TV abertas, não desistiriam. Dinheiro não cai do céu e empresa nenhuma vai investir sem retorno.

Claro que administrações ruins ajudam. Lógico que cartolas corruptos atrapalham. E vamos seguir torcendo e tendo orgulho da nossa seleção feminina, tão próxima de uma glória maior que já pode vir em Pequim.

Só não dá para, depois da medalha, começar a ladainha novamente sem fazer este exame de consciência.

O que eu, jornalista ou blogueiro ou editor ou dono de veículo ou médico ou advogado, consumidor e torcedor fiz pelo futebol feminino?

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06/12/2007 - 18:47

De volta a Yokohama

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Não eu.

Mas Cafu e Ronaldo. Não se sabe se eles jogarão. O primeiro por opções técnicas de Ancelotti e o segundo por questões físicas que ainda o tormentam.

De qualquer forma, Yokohama é mais do que boas lembranças para os dois. Na final da Copa do Mundo de 2002, Ronaldo marcou os dois gols da vitória e Cafu levantou a última taça de Copa que temos.

Como jogadores de clubes, os dois já venceram também o Mundial de Clubes no Japão. Cafu pelo São Paulo em 92 e 93 e Ronaldo pelo Real Madrid em 2002 (marcou também na final).

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06/12/2007 - 12:58

Meio-campo olímpico

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Me desculpem os esforçados e merecedores jogadores que estão na seleção olímpica que joga neste domingo contra a seleção do Brasileirão.

Vai ser muito difícil para 99% deles seguir no grupo. Primeiro porque Dunga não abrirá mão (e está certo) dos 3 veteranos. Segundo porque, salvo engano meu, para a Olímpíada são 18 e não 23 os jogadores convocados.

E terceiro, e mais óbvio, infelizmente (para eles) a concorrência com os sub-23 que estão no exterior é quase cruel. Nem estou aqui falando de Alexandre Pato, que pode em breve se tornar titular da seleção principal. Mas vamos a um simples levantamento de meio-de-campo.

Lucas chegou ao Liverpool com boa chances de esquentar o banco por uma temporada ao menos. Lógico que seria convocado por Dunga, mas muito mais pelo nome do que pelo jogo. E não é que nosso meia conquistou seu espaço nos Reds? O cara jogou como titular as duas últimas partidas da Premier League e ao que tudo indica vai barrar Mascherano por um tempinho.

Anderson tinha experiência européia, mas caiu num time cheio de feras do meio para frente e também era candidato a esquentar o banco por uma temporada inteira. Não se conformou. Mudou de posição, recuou, e agora é um habitué do esquadrão titular do Manchester United. Joga numa posição que Dunga deveria ficar muito atento, já que o melhor futebol da Seleção até aqui foi justamente quando teve quatro meias brigadores contra a Argentina na final da Copa América. Anderson já pode se escalar para esta função, ao contrário do que aconteceu na Venezuela quando era o meia ofensivo.

Por fim, Denílson, aos poucos vai barrando Gilbeto Silva como titular do Arsenal. Jogador que nem chegou a brilhar aqui mas tem um sentido tático e ainda bola para sair jogando com responsabilidade.

Junte a estes três Diego com idade olímpica e ainda a possibilidade de Dunga levar Kaká como um dos mais velhos, fica realmente difícil de acreditar que sobrarão vagas.

Enfim, ser citado e convocado, é sempre uma honra. E, quem sabe, Thiago Neves, Diego Souza, entre outros, mostrem seu valor e façam o técnico ao menos ter dúvidas sobre quem levar.

A Seleção Brasileira ganha.

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06/12/2007 - 09:40

O México de sempre

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O América do México venceu o Arsenal ontem na Argentina, mas ficou sem o título da Copa Sul-Americana já que havia perdido em casa.

Eu desisto do América. Aliás, to quase desistindo do futebl mexicano.

Ano passado, eu estava lá em Yokohama quando o América ia enfrentar o Barcelona na semifinal do Mundial de Clubes. Um clube do México reforçado de estrelas como Claudio Lopes, sem contar a estrela Blanco. Quem sabe não rolava uma pressão no campeão europeu e mesmo o fim da hegemonia Europa e América do Sul.

Veladamente, nós brasileiros até comemorávamos o fato do Internacional não ter que pegar o América. Um risco desnecessário antes do jogo. Enfim o Mundial tinha três forças.

Engano. Veio a partida e o maior chocolate do mundial. Ronaldinho fez aquela que deve ter sido a sua última grande atuação. Nos últimos 12 meses, não me lembro de um jogo dele como aquele, que teve também Deco um grande forma. O América foi a grande decepção.

Veio a Libertadores 2007. Nas quartas-de-final, o time pegaria o Santos. O que acontece? O treinador resolve poupar a equipe no jogo de volta, pensando no Campeonato Mexicano. Bom, quando alguém poupa o time na Libertadores com o objetivo de ganhar o campeonato local, ganho mais de 30 vezes na história do clube, você entende bem que time é este.

O vice na Sul-Americana, competição menor, contra um time pequeno da Argentina, parece ser o máximo mesmo para este América, clube tão popular no país dele que me leva a pensar que a mentalidade errada não é só do América, mas do futebol mexicano em geral.

Ou muda. Ou ouvirá para sempre a máxima de que o México jogou como nunca, perdeu como sempre.

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04/12/2007 - 23:29

Kaká, o melhor do ano

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Ele foi o melhor jogador da temporada. Até mesmo quando fez partidas abaixo de sua capacidade, foi importante para a equipe. Hoje foi um bom exemplo. Na partida contra o Celtic, não vinha bem, até que pegou uma bola, rolou para Cafu que cruzou para Inzaghi vencer a partida.

Levou um limitado Milan (ofensivamente), que durante todo 2007 ficou sem Ronaldo na Champions League, ao título. Fez partidas inacreditáveis nas oitavas, quartas e semi. Deu um passe na final para coroar seu jogo.

Na Seleção Brasileira, fora alguns amistosos, não foi o mesmo jogador. Fora da Copa América, não fez bons jogos com exceção do Equador no Maracanã. Uma sina, talvez, para nossos últimos melhores do mundo.

Fosse um europeu, Kaká poderia relaxar que o ano acabou. Com seu título na mão e a temporada terminada com o dever cumprido.

Mas Kaká é brasileiro e são-paulino e dá muito valor ao Mundial de Clubes. Mais uma vez, talvez a última, ainda não contará com um ataque 100% e talentoso. Ronaldo pode até ir, mas segue na sua temporada marcada por contusões musculares. E Pato só em janeiro.

Kaká já fez o suficiente. Podia muito bem parar por aí. Mas, ao que tudo indica, pode não ser o bastante para 2007. O Boca que se cuide.

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03/12/2007 - 23:59

Corinthians

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Não é apenas uma questão de ‘eu-te-disse’. Mas estava na cara e fazia tempo. Ao contrário de ameaçados durante o campeonato como Flamengo, Vasco, Cruzeiro, Internacional, Atlético-MG e Paranaense, o Corinthians nunca teve um time razoável.

Cada um destes times tinha jogadores rodados, artilheiros, uma base por pior que fosse. O Corinthians foi uma sucessão de erros, com jogadores que poderiam compor um grupo individualmente, mas jamais serem as estrelas da noite.

O Corinthians se enganou contra o São Paulo, contra o Santos. Mesmo contra o Grêmio na partida final. Partidas isoladas. Um bando de jogadores com muita raça, muita vontade, mas sem nenhuma inspiração ou direção.

O time não tinha ligação no meio-de-campo. Deus nos acuda para Felipe de um lado e Finazzi do outro. Perdeu em Willian, sua única chance de fazer a bola chegar na frente com calma, sem colocar na fogueira jovens talentosos como Lulinha.

Enfim, fica um ano para se lembrar no Corinthians (não esquecer). E, claro, sem bla-bla-bla, é o time de maior repercussão que já desceu para a Segunda Divisão e, acredite, não vai ficar à vontade na Série B. Subir ou não eu não tenho bola de cristal. Mas que não vai ser moleza.

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