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Arquivo de outubro, 2007

30/10/2007 - 13:15

Para quem torcer na quarta-feira?

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Eu ouvi as histórias mais engraçadas aqui em São Paulo (e no Rio) de como será a quarta-feira das pessoas. Olha os tipos que classifiquei:

1 – São-paulino não habitué que vai ao estádio: são milhares. Gente que não vai sempre, mas quer, com razão, ver a festa, que deve ser muito bonita, do título-barbada.

2 – São-paulino que frequenta estádio, mas não vai: é o cara que viu de 10 a 15 jogos do time na temporada. Inclusive as derrotas na Libertadores, na semi do Paulistão, a vitória contra o Boca e a ‘final’ contra o Cruzeiro. No jogo contra o América, vai deixar o são-paulino mais ausente ir no estádio no dia de bater em bêbado. Ele mesmo vai para um boteco ou reunir amigos boleiros em casa no pay-per-view (e secar muito o Corinthians na TV).

3 – Corintiano que vai ao Maracanã: não são poucos. Não chega a ser uma invasão, mas tem gente que vai e volta e tem gente que vai aproveitar para emendar o feriado.

4 – Palmeirenses e são-paulinos que vão ao Maracanã: SIM, eles existem. Conheço três que vão e outros 50 que gostariam de ir. São sádicos, que nem ligam tanto para a vaga na Libertadores ou para o Penta quanto teriam prazer em ver o Corinthians cair. Junte-se a isso ver e poder torcer sem dó para o Flamengo na festa que o Maracanã fará mais uma vez.

5 – Flamenguista que vai ao Maracanã: os que moram no Rio, ainda não conheço um que não vá. A briga boa da quarta vai ser de público. Morumbi x Maracanã. As sedes dos jogos de abertura e final da Copa de 2014 provavelmente.

E você, o que estará fazendo na quarta-feira de noite?

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25/10/2007 - 10:27

Capas de Robinho na Espanha

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Talvez tenha sido a maior apresentação de Robinho com a camisa do Real desde os minutos de sua estréia ainda com Luxa em que deu um chapéu maravilhoso. Vamos ver se engrena. E vive la fete!

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25/10/2007 - 01:01

Balada nele, já!

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Vocês viram o que Robinho fez em Madrid nesta quarta? Lembrou os bons tempos de Romário com o bordão ‘se não saio ‘a la noche’, não ‘meto los goles’.

Eu juro que não ligo se o cara sai a noite ou não. Problema dele, com a mulher dele, com o chefe dele, e tudo com ele. Na verdade, sempre rola aquele fascínio com o cara que joga muito e faz o que quer. Uma coisa meio Garrinchesca-romântica que, confesso, tem seu charme.

Pior ra mim é jogador que vai pra balada e não joga nada. Ou jogador que não vai pra balada e também não joga nada. Se ele vai ou não pra balada, se é evangélico ou budista, o importante é que em campo venda a alma para a bola e trate-a com o amor divino.

Voltando a Madrid, Robinho pode até ter tocado somente cinco vezes na bola. Fez dois gols, deu dois passes para gol e ainda sofreu um pênalti não convertido. O famoso 100% de aproveitamento. Então, balada nele. Já!

Neste link tem todos os lances do jogo

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23/10/2007 - 13:46

Quem me explica isso?

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22/10/2007 - 11:11

Maracanã: o grande templo do futebol brasileiro

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O público deste Brasileirão é impressionante. A última rodada, mesmo com o campeão decidido, é a prova do sucesso da fórmula do campeonato. Vale a pena investir nela.

Discussões ‘Pontos Corridos x Mata-Mata’ a parte, eu quero mesmo falar do Maracanã.

Quem é do Rio e frequenta estádio pode parar de ler por aqui o post se quiser. Eu, frenquentador voraz de arquibancadas sobretudo em São Paulo e Curitiba, como não ia ao Maracanã desde o fim da reforma, confesso que fiquei impressionado e vou escrever a respeito.

Fui lá duas vezes na última semana. Para ver um jogo ‘familiar’ (Brasil x Equador) e um jogo mais de risco, Flamengo x Vasco. Não vou tomar o primeiro como exemplo, pois acho que é uma festa, com um público diferente, que foge um pouco à discussão do futebol de clubes, nossa realidade.

Pois lá fui de arquibancada ver Flamengo x Vasco. E você pode perguntar. Em que torcida? Eu respondo: nas duas. Afinal a arquibancada branca do Maracanã reúne, acredite, torcedores de Vasco e Flamengo. Separados apenas por pessoas. Sem cordões, sem policiais. Cada um com a sua camisa.

Como dá vontade de ainda acreditar no ser humano ao ver flamenguistas e vascaínos comemorando gol lado a lado. Aqui em São Paulo ou mesmo no Sul do País, todos sabem, torcedor com camisa adversária do lado errado, vai apanhar. Não importa se você é palmeirense e seu irmão corintiano (acontece nas melhores famílias). Lá do outro lado da barreira policial, ele é inimigo.

O Maracanã tem cadeiras (com encosto) em todo o estádio. Tem banheiros em todos os lugares (não químico, como no Pacaembu). Tem funcionários que te abordam na entrada (armados com um sorriso) dizendo bem-vindo ao Maracanã. Tem outras mocinhas simpáticas que fazem pesquisa de satisfação. Tem ouvidoria fácil de achar.

Tem cerveja, coisa que virou o grande demônio paulistano (como se os violentos não bebessem tudo antes de entrar e como se o cidadão sério que gosta dessa combinação cerveja e futebol não pudesse tomar duas ou três latinhas durante o jogo).

Tem telão, um de cada lado, mostrando o jogo, informando e, em alguns casos, animando a torcida. A violência fica do lado de fora do estádio. Tudo sem babaquice. Claro que os torcedores se xingam, se amaldiçoam. Faz parte do futebol. Da festa.

O Maracanã, não se enganem, é o grande templo do futebol brasileiro. É mais moderno que a Baixada. É mais profissional que o Morumbi. É mais caldeirão que o Olímpico.

E é muito, mas muito mais democrático que qualquer capitão Nascimento da vida.

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21/10/2007 - 12:32

Sem comentários…

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18/10/2007 - 02:11

Kaká arrisca, Robinho samba, o Brasil enlouquece o Maracanã

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– E foi bonito, hein? A festa do Maraca. Só para começar o post, um video fresco que me mandaram.

– E se o primeiro tempo foi chato e lembrou a Colômbia (qual a altitude do Rio de Janeiro.. hehe), o segundo lavou a alma do torcedor. Mais de 85 mil presentes.

– Teve olé, teve peru do goleiro, teve golaço de fora da área, teve gol ‘sem-querer-querendo’ de Ronaldinho, teve drible do ano de Robinho.

– Contra o Equador, aliás, valeu a máxima que mesmo jogando em poucos momentos e não tão participativos como podem querer que eles sejam, Kaká, Ronaldinho e Robinho são mesmo geniais.

Craque 1

– Primeiro Kaká. Apagadão. Eu até poderia dizer que jogou mal. Não acertou nenhuma arrancada, errou passes no meio no primeiro tempo, fez muitas faltas ao tentar tomar a bola. Mas aí o cara resolveu me lembrar de Rivaldo.

– Na Copa de 2002, quando tudo estava difícil, Rivaldo arriscava chutes. Daqueles que geralmente irritavem o torcedor. Contra a Bélgica, a bola desviou e entrou. Contra a Alemanha (o Brasil parecia não ter coragem para arriscar contra Kahn), ele arriscou, o monstro alemão largou, e Ronaldo fez. Pois Kaká foi Rivaldo. Já tinha arriscado alguns chutes e um deles quase foi para a lateral. Quando parecia tudo errado, eis que ele arrisca um chute, que Ronaldinho desvia e a bola entra. Aí ele tomou confiança e nos dois seguintes que bateu, a bola entrou. Um no ângulo sem defesa e o outro sem ter como defender.. o goleiro equatoriano.

Craque 2

– O Robinho vinha irritando, tentando jogadinhas em vão. Sem objetividade. Mas aí você vai fazer o saldo final da partida ainda ants do tal drible que falamos mais tarde. A jogada do primeiro gol foi excepcional. A torcida já gritou seu nome mesmo a assistência nem ter sido dele, mas de Maicon. E depois vem aquele drible GENIAL. Coisas que fazem valer o ingresso, a festa. Espaço minúsculo. Você pode dizer que o equatoriano caiu que nem criança. Mas sinceramente, eu vejo qualquer zagueiro tomando aquele drible no futebol mundial. Gênio.

Craque 3

– Por fim, Ronaldinho. Eu achava ele o melhor dos três até Kaká desencantar e Robinho fazer o drible. Como um piloto que patina na última volta, chegou em terceiro. Mesmo assim, bateu duas faltas com perigo, fez o gol, deu um passe com afeto pro VLove fazer seu segundo, virou o jogo para o Robinho no primeiro. Enfim, Ronaldinho foi bem mais regular e o terceiro lugar fica de bom tamanho.

Outros jogadores

– Juan, impávido colosso.
– Lúcio, o sério (faltou emplacar uma arrancada)
– Julio Cesar, a defesa e o show (única defesa importante da partida, quando tava só 1 x 0, e um come no atacante no primeiro tempo, mostrando sua excelente condição de usar os pés)
– Mineiro, pra frente (acho que pela primeira vez desde a Copa América o meia deu passes para frente e não apenas distribuiu burocraticamente aos laterais
– Vagner Love, o perdedor (perdeu um monte de gols. Mas fez o dele e não foi tão mal assim. Será sempre substituído e preterido por Pato ou Ronaldo, até quando não for justo
– Gilberto, zzzzzzzzzzzzzzzzz
– Gilberto Silva, zzzzzzzzzzzzzzzz
– Maicon o taque (fez a jogada do gol e.. só!)
– Elano, pode não ser a grande estrela, mas tem a maior estrela da era Dunga.

Gritos no Maracanã

– A torcida, como se sabe, foi um espetáculo. Os gritos que lá se ouviram, em ordem dos mais gritados.

– Cerveja! Cerveja! (aparentemente estava difícil de chegar)

– Obina! (em todos os lances de Vagner Love, inclusive o gol)

– Melhor do Mundo! (Para Kaká)

– iii f…eu Ronaldinho apareceu

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17/10/2007 - 11:55

No Rio, tem treino melhor que o da Seleção

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BlogdeBola ao vivo do Rio de Janeiro. Cidade fervendo nos termômetros e também ligada no jogo desta noite no Maracanã (diz que vem chuva por aí).

– Cheguei na terça-feira e fui direto ao hotel da seleção, na avenida Oscar Niemeyer, com uma vista deslumbrante. Hotel da Seleção em qualquer lugar já é cheio de penetra. No Rio, vira quase que virada do ano em Copacabana.

– Tanto que eu cheguei a temer pelos… pés dos jogadores. Cinco jogadores desceram para falar com a imprensa. Entrava qualquer um na sala destinada para tal. Ronaldinho, Robinho, Juan, Gilberto e Mineiro desceram de chinelo. E logo multidões de aglomeraram.

– Um cara da imprensa do Equador chegou a subir numa mesa para tentar falar com Ronaldinho e derrubou um vaso, que caiu no chão. Fico imaginando o vaso se espatifando nos pés do 10 da Seleção e ele perde o jogo. O jornalista equatoriano vira o melhor em campo na partida sem nem entrar.

– Aliás, uma vez numa conversa que o Juca Kfouri teve com o pessoal da redação do iG, quando eu lá trabalhava, lembro dele falando da sua matéria na Placar sobre os pés dos jogadores e o quanto ele, a princípio, foi ridicularizado pelos colegas por propor e fazer a pauta e, depois, festejado, ao ganhar um prêmio de reportagem com a mesma. Pois lembrei dele falando isso ontem. Reparei nos pés e realmente são detonados. Tinha gente dizendo até que o Ronaldinho era feio, literalmente, dos pés a cabeça (que maldade!). O importante é que o cara tem uma master paciência de Jó para (tentar) falar com todo mundo, tomar 630 pisões no pé, ouvir 467 seu próprio nome gritado por todos nós e 133 microfones no queixo.

– Mas nem tudo é feio por aqui. E eu já explico.

– No período da tarde, fui no Maracanã. Fazia bons anos que não ia ao Mário Filho, estádio que já me arrepia quando vejo na TV, imagine ao vivo. Depois da reforma, não tinha estado lá. Hoje, com 80 e poucos mil e amanhã, no clássico, matarei a saudade.

– E Dunga colocou o pé na calçada da fama. Merecido, diga-se, afinal trata-se do capitão do tetra. O tetra, para minha geração, é o fim da fila. O tetra na Copa é uma espécie de título de 77 para o corintiano.

– Depois, treino da Seleção e eu perdi resolvendo problemas burocráticos e administrativos. Mas quem se importa. Como eu disse dois tópicos atrás, nem tudo é feio por aqui.

– Na quarta, acordei cedo. Para uma caminhada no calçadão. Copacabana ao Leblon. Pacote completo. Preparando para um dia que será longo.

– E eis que entre os postos 8 e 9, vejo um treino melhor do que eu perdi no Maracanã na véspera. Leila e Ana Paula treinando. Como não acompanho o esporte, eu nem sabia que elas eram (ou ainda são) uma dupla. Tive que parar para uma pausa no cooper, beber uma água de côco e conhecer melhor a modalidade.

– Com todo o respeito ao pessoal da Espn e Sportv, que fazem ótima cobertura da Seleção, tem treino melhor para mostrar de manhã na TV brasileira. O carioca é um cara de sorte mesmo.

– E aí você pergunta. Pô. Tem foto do Ronaldinho e não tem do treino de vôlei. Onde já se viu sair para caminhar com câmera?

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14/10/2007 - 19:21

Seleção argentina: começou o faz-me-rir

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Eu adoro o futebol argentino. De verdade. São craques de primeiro nível. Nasce craque lá como nasce cá. Como somos 180 milhões, nitidamente temos mais que eles, mas em quantidade.

Jogadores que sabem como ninguém jogar bola. E tem uma dose de raça que vem de berço, uma coisa que é raro em outras praças. Show de habilidade com raça.

Agora começa o show deles. O jogo deste sábado da Argentina contra o Chile teve mais do mesmo. Toques de primeira Messi, Tevez e Riquelme. Volantes como Maxi Rodriguez que chegam para o jogo e encantam. Dois golaços de falta de Riquelme.

Show semelhante eles deram na Copa do Mundo na primeira fase. Show maior ainda deram há três meses na Copa América. Espetáculo de futebol. Geniais.

Mas o melhor divertimento que a seleção argentina nos traz acontece mais para frente. Geralmente quando o bicho pega, em momentos decisivos. Aí geralmente é a hora do Brasil, nem sempre encantando tanto assim, impor a camisa e a vontade rumo à vitória.

Assim foi nas duas últimas Copas América. Assim foi nas quatro últimas Copa do Mundo. Quando os argentinos jogam, o show é duplo. Primeiro em campo, jogando o futebol mais fino que se tem notícia nos últimos 20 anos. Segundo nas derrotas. Afinal, não há como negar. A rivalidade, sadia, é uma delícia. E vê-los perder com tantos craques e com um futebol sempre tão vistoso, é mais gostoso ainda. Fregueses de carteirinha.

Então sente na cadeira, assista aos shows de Messi e cia até que venha um jogo decisivo pela frente. Aí, como dizem por aqui, eu sou mais Brasl. ‘É nóis.’

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10/10/2007 - 16:16

Pato e Ronaldo na sexta?

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Existe a possibilidade, ainda que remota, de Ancelotti colocar Ronaldo por alguns minutos num amistoso que o Milan fará na Catedral, o lendário estádio San Mamés do Athletic Bilbao, no País Basco, nesta sexta-feira.

Ronaldo está na fase final de recuperação de sua contusão e a esperança é a de que volte a atuar pelo Milan no domingo dia 21.

Já Pato, que só joga em janeiro, com certeza estará em campo no amistoso.

Já que pensou se eles passam ali uns 10 minutos juntos? Seria uma dupla que em forma eu gostaria de ver.

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