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11/11/2004 - 12:39

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Ele é o cão

por Mauricio Teixeira

Confesso que fui um dos poucos loucos que esperou até às 4 da matina para ver Romário se despedir da Seleção Brasileira. Uma homenagem para aquele que, na minha opinião, devolveu a confiança ao futebol brasileiro. A confiança da vitória, da cabeça erguida, do respeito. O medo de enfrentar a camisa amarela.

Ele é não simplesmente o atacante que voltou a dar ao Brasil uma Copa, mas sim o fator que voltou a fazer do jogador brasileiro sinônimo de craque, de gol, de definição.

Romário deveria ter parado em 99, talvez em 2000, ou quem sabe em 2002. Sofreu algumas injustiças na carreira. Menos do que ele mesmo alega ter sofrido.

Ontem, porém, jogando com os jogadores de 1994, percebe-se claramente que ele foi o melhor da sua geração. Uma geração de poucos lampejos que atuou entre Maradona e Zidane. Uma geração que no Brasil ficou entre Zico e Ronaldo. Uma geração Romário, e não Dunga!

Obrigado, Baixinho.

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