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Arquivo de abril, 2004

28/04/2004 - 21:47

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Zebra!

por Carlos Sperandio Jr

A diretoria do blogdebola tem um vício. Todo final de semana é uma tortura. Todo jogo tem seu valor. Todo resultado interessa. Por quê? São mais de 700.000 motivos…

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28/04/2004 - 11:11

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Seu mestre mandou…

por Mauricio Teixeira

Se me permitem citar o mestre hoje. Tostão disse em sua coluna desta quarta (as palavras não são exatas):

Se o Luis Fabiano arrebentar hoje, fizer 5 gols, não quer dizer que é melhor que o Ronaldo Fenômeno, nem que já pode ser titular.

Se o Luis Fabiano não jogar nada hoje, um fiasco, também não quer dizer que ele não é jogador de seleção, que acabou para a amarela.

Palavras da salvação…

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26/04/2004 - 11:05

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Destaques do fim de semana da bola

por Maurício Teixeira

1 – Ronaldinho Gaúcho – pela vitória em Madrid, pelo passe que parecia um lobby perfeito do Andre Agassi para Xavi marcar, pela jogada que fez para Kluivert cabecear para fora e por tudo mais…

2 – Figueirense – pela liderança

3 – Arsenal – pelo título inglês tão merecido mas ao mesmo tempo, como bem lembrou meu pai, tão timidamente comemorado pela equipe (que queria mesmo era a Champions)

4 – Romário – a deixa, vai.. homenagem… pelo toquinho classudo velho de guerra

O lado ruim

1 – Atlético-PR – depois de perder absurdamente com 11 contra 9 no Morumbi, agora tomou de 3 em plena Arena da Baixada, em dia de protestos justos da torcida, que não aceita pagar 30 reais no ingresso

2 – Figo – foi o melhor galáctico em campo e pôs tudo a perder com um carrinho criminoso, sendo expulso e responsabilizado pela vitória do Barça

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25/04/2004 - 03:23

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Superclassico: se me ligarem, diga que não estou!

por Maurício Teixeira

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22/04/2004 - 10:39

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Os 10 jogadores mais interessantes do Brasileirão 2004 – versão beta

por Maurício Teixeira

1 – Alex do Cruzeiro – Foi o melhor jogador do ano passado disparado. Já desencanou da pressão pela seleção e fez uma boa pré-temporada no estadual.

2 – Diego do Santos – Enfrentou um momento difícil no começo do ano, depois do Pré-Olímpico. Ultimamente, tem sido mais escudeiro do Robinho do que o cérebro do time. Mas acredito de verdade que o ciclo dele vai voltar a crescer e ele volta a brilhar.

3 – Robinho do Santos – A fase é melhor que a de Diego. Já merece até um banco na seleção. Bom para o Santos.

4 – Felipe do Flamengo – Ninguém jogou melhor do que ele a pré-temporada. Vai para o Brasileirão como o craque a ser marcado. Duro é o time que o cerca.

5 – Luis Fabiano do São Paulo – O atacante é aquela coisa de sempre. O mais perigoso e feroz matador. E o que menos dá para confiar. Ainda é expulso toda hora e vive a constante expectativa de ser suspenso. Tudo vai depender se o time estiver vencendo ou não. Na vitória, ninguém é melhor que ele.

6 – Marcinho do São Caetano – O São Caetano não é um jogador. É o melhor conjunto do momento. Mas tenho que escolher um que represente. Então que seja o meia. Habilidoso, faz gol, é rápido e só precisa colocar a cabeça um pouco no lugar.

7 – Marcos do Palmeiras – O natural seria escolher o Vagner Love. Mas o Palmeiras ainda tem um time limitado e deve fazer um campeonato daqueles de fazer o São Marcos se consagrar e voltar a ser o titular da seleção.

8 – Aristizabal do Coritiba – O Coxa perdeu a base do ano passado. Perdeu o Bonamigo, o Lima, o Tcheco, a Libertadores e muito mais coisa. Mas ganhou a Pré-temporada. O colombiano parece ter gostado da nova casa. Se jogar metade do que jogou ano passado, merece estar na lista dos mais mais.

9 – Edu Dracena do Cruzeiro – Sempre reclamam que eu não incluo zagueiros nas minhas listas. Pois aqui vai um que, na falta do Alex do Santos, tem a chance de ouro de se firmar no Cruzeiro e merecer novas convocações. Outro que precisa tomar chá de maracujina.

10 – Nilmar do Internacional – Para não ficar só no certo, acho que na lista entra o Nilmar, atacante do Inter. Todas vezes que o vi jogar, gostei muito. Mais maduro e com um Inter mais aliviado e com menos pressão, quem sabe não é o ano dele?

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21/04/2004 - 22:29

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Apostas abertas!

por Carlos Sperandio Jr

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19/04/2004 - 21:08

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Atletiba – o jogo das multidões


foto Paraná Online

por Carlos Sperandio Jr

Não é pouca coisa. Pelo menos um milhão de torcedores para cada lado os dois rivais têm. A cidade simplesmente para. Atletibas como este de domingo são inesquecíveis. Três a três com o título coxa-branca mais do que merecido.

É impossível fazer uma análise fria do jogo, porque simplesmente vai contra a filosofia do clássico. Atletiba é paixão, é sofrimento, é vitória, é céu e, infelizmente, é inferno.

Cada simples toque na bola ficou registrado na minha memória. Assisti ao jogo pelo cabo, haja vista que em menos de quatro horas os ingressos se dissiparam. Acredito que se tivéssemos um estádio para 100 mil, 100 mil teríamos.

O jogo começou 2 a 1 para o Coritiba, herança do jogo de ida. E melhorou logo no início, aos 17 minutos, com o lateral-direito Josimar acertando uma bola cruzada onde nenhum Diego pegaria. A vantagem aumentou, assim como o frisson da torcida rubro-negra.

A virada do placar com uma jogada de raça, Rogério Corrêa após escanteio, e outra de sorte, Jádson de falta direto no gol, caíram como uma luva para ressuscitar o sonho atleticano. A Arena tremia. Os ânimos se afloraram.

Mas, clássico é clássico. Como um foguete, o lateral-esquerdo do coxa Adriano fez o inimaginável na cabeça do técnico atleticano Mário Sérgio, porém sabido de todo o resto do mundo: desceu sozinho pela esquerda e centrou na entrada da pequena área. Dali, até eu. Caixa para o atacante Tuta, o novo nome consagrado no Alto da Glória.

No momento em que os torcedores atleticanos começavam a sentir o gosto de água no chopp, surge um inspirado Jádson com mais uma bola (bem) alçada na área. Mais uma vez um zagueiro, desta vez Ígor, desvia e devolve a taça ao Furacão. Encerra-se o 1º tempo.

Caras, quanta reclamação. O Coritiba parecia perdido em campo. Ainda mais quando logo no início da etapa complementar o selecionável Adriano se machucou. Os fanáticos ameaçaram cantar vitória, mas algo os fez calar. Talvez, a ineficiência de um bizonho Dagoberto, que mais parecia um “Jádson” e este sim um jogador de seleção. A troca afundou o Atlético.

Como desgraça pouca é bobagem, veio o castigo. Aos 31 minutos de um jogo pouco jogado pelo Atlético, que se encolheu e procurou matar o tempo (como fez falta!), veio o escanteio pela direita do ataque alvi-verde para a matadora cabeçada de Tuta.

Inveja, cobiça, raiva, luxúria, gula, preguiça. Veio o castigo. O cai-cai virou de lado. Parecia um preço justo a se pagar por um pênalti não marcado, por um 1º jogo não jogado, por uma expulsão infantil, por absoluta falta de estrela de um treinador mal-amado.

Dos oito minutos finais, jogaram-se, se muito, dois. Último lance, falta na entrada da área. Ah, se Dagoberto fosse Pedrinho. Fosse Zico! (Casão, essa você errou longe). Fosse Petkovic! Não era. Era apenas um Dagoberto sem tesão. Bola infantil, rasteira, na barreira. Suficiente para inspirar um sopro final de apito.

Já era. Coritiba Bicampeão Paranaense na Arena. Foi justo. Ganhou o melhor. A mim, o consolo que fiz minha parte. Torci como um louco, conversei, debati. Não escalo, não jogo, não contrato.

E também não mereço o xingamento injustificável daqueles recalcados que acreditam que futebol é tudo e nada, é feito apenas de momento. Presenciei nas ruas situações que gostaria nunca ter visto. Desconhecidos se ofendendo e saindo para agressões físicas por simples discórdia futebolística. Dizer o quê? Mais uma de um país analfabeto social.

Que venha o Brasileirão! Vida longa aos Atletibas!

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19/04/2004 - 11:29

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Fuerza, Diego! Más que nunca

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16/04/2004 - 12:12

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Adiós, Aznar!

por Maurício Teixeira

Assim como o madrilenho Aznar deixou ontem a presidência, tomando um baile de bola no campo, o Real Madrid tem tudo para ser destituído de seu mandato de imperador do futebol, que já dura desde 1998, praticamente. A Liga Espanhola pode até ser deles este ano, mas em 2004-2005, tudo deve ser diferente.

Como Aznar, que perdeu para Zapatero, um socialista, o novo e revolucionário Barcelona tem grandes chances de tomar o cargo da realeza, pelo menos na Espanha. Desde a saída de Rivaldo, o time não teve muita chance. A legião de holandeses do time já deu o que tinha que dar e a chegada de Ronaldinho trouxe novos ares ao Camp Nou. Começa com a lista de propáveis contratações.

O time estudou direitinho a sua (boa) temporada de 2003-2004. Já definiu que tem: um craque, Ronaldinho, dois bons goleiros, uma zaga razoável e um carregador de piano responsa que é o Davids. Nisso, não vão mexer. Precisam, agora, montar um time. De preferência, do meio para frente.

O mais triste tem sido o ataque. Saviola não é de todo ruim. Para compor a equipe, passa. No banco, é bem verdade, se as possíveis contratações de Luque do La Corunha e Trezeguet da Juventus se efetivarem.

Além da dupla, nosso Emerson, um dos reis de Roma, deve chegar. Com ele, qualquer time (menos a seleção brasileira) ganha um peso no meio-de-campo, uma chegada forte de cabeça e muita marcação. Emerson + Davids, pra seguir na comparação, no atual meio do Real, com Zidane, (Figo ou Beckham), Raul e Ronaldo, aí sim, garanto, os Blancos teriam um time imbatível.

Enfim, o enfraquecimento do grande exército de Madri e fim do terror no futebol catalão devem inverter as forças na Espanha.

ps.: Por falar em regiões e povos da Espanha e sem criar polêmica, muito construtiva toda a discussão sobre a Galícia nos comentários de alguns posts atrás. Ainda mais em ano de ‘Xacobeo’. Inclusive, de 3 a 7 de maio, haverá, em Santiago de Compostela, o Congreso de Lingüística Geral

foto: agencia EFE na capa do El Pais

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13/04/2004 - 01:17

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Poesia futebolística

por Carlos Sperandio Jr

Duas semanas seguidas de véspera de Atletiba
A cidade fica pequena de tanta adrenalina:
provocações bilaterais
partem dos dois rivais
quem vai ganhar?
quem vai golear?
quem vai gozar?
Serelepeando em desvantagem vou contando os dias
Uma hora o campeonato acaba, assim como a alegria
A taça de campeão só tem um nome
É possível apontar favorito?

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