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09/10/2003 - 19:22

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Bateu, tomou!

por Mauricio Teixeira

Em janeiro 1998 (blogueiros mais jovens, não se assustem), a seleção da Jamaica fazia uma espécie de pré-temporada no Brasil para encarar a primeira Copa do Mundo de sua história. Lá se vão quase 6 anos.

Não lembro de todos os amistosos que fizeram, mas do Coritiba, do Flamengo e do Corinthians eles perderam. Na época, eu tinha acabado de mudar para São Paulo e fazia o Curso Abril de Jornalismo na revista Placar. Quando os jamaicanos chegaram, ganhei a bela missão de fazer uma matéria com os Reggae Boys.

O primeiro de tudo foi estudar quem era o craque do time. Entre os que estavam na excursão, um nome me foi soprado pela então comissão técnica brasileira: Theodore Whitmore.

Entrevistei o rapaz e seu inacreditável inglês jamaicano incompreensível num hotel em São Paulo. Simpático. Em campo, mais tarde, durante a Copa, descobri que as referências do Renê Simões eram corretas. Um excelente meia, que até hoje carrega o time jamaicano nas costas.

O mais legal do Whitmore, no entanto, foi o que acabou virando o grande ‘tchan’ da matéria. Ele começou a carreira no time de um hotel em Kingston. De manhã, treinava e, de tarde e à noite, era barman. Isso mesmo. Servia drinks e coquetéis para a clientela abastada do resort. Sabia fazer até caipirinha.

Entre um copinho e outro, no entanto, Whitmore foi se destacando até chegar na seleção jamaicana e no futebol europeu.

Em tempo: Whitmore, que joga na Escócia, está confirmadíssimo com sua camisa 11 para o amistoso contra a seleção brasileira neste domingo.

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