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24/07/2003 - 15:30

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De empate e tie-break vai morrer um Goiás

por Maurício Teixeira

Sabe uma coisa que eu acho? O Goiás é um bom time. Meu amigo Aladim estava comigo quando chegamos a esta conclusão. Um time entrosado e com bons jogadores. Estranha a posição na tabela. No mínimo, o time é melhor do que os três cariocas, o Grêmio, o Fortaleza e o Vitória. Para não dar uma de maluco sozinho, fui dar uma pesquisada na campanha.

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Tome as últimas rodadas. Faz quatro jogos que a equipe não perde. E teve Corinthians, Santos e São Caetano entre os adversários. Olhando mais atrás um pouco, o time perdeu de apenas 1 x 0 para o São Paulo no Morumbi, numa partida que estive presente e que o visitante poderia ter vencido facilmente. Perdeu de mais de dois gols de diferença apenas para Criciuma, Paraná e Vasco, além do Cruzeiro, quando foi efetivamente goleado pela única vez no campeonato (4 x 1). Sem contar que aplicou sete gols no Juventude na maior goleada do Brasileirão. Enfim, muito pouco para quem está tão na lanterna. O time parece aquele tenista que sempre perde de 3 sets a 0. Mas quando um torcedor mais atento resolve verificar as parciais, percebe que foram 7/6. 7/6 e 7/6, tudo derrota no tie-break. É derrota igual. Mas pelo menos tem um jogador adormecido em má fase por trás dela.

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O problema mais sério do time? Os empates. Malditos empates. São sete ao todo. Mesmo perdendo menos do que Grêmio, Fortaleza, Juventude e igual ao Fluminense, segue lá atrás.

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Eu não tive muito tempo de ler jornais e sites hoje de manhã. Mas o SBT e a Espn Brasil têm alguma boa explicação para não transmitir ao vivo o jogo do Brasil x EUA?

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Aliás, o Ricardo Gomes é bem azarado. A TV só mostrou as peladas de seu time. A seleção fez uma belíssima partida ontem contra os EUA e quase ninguém viu. Um teste com T maiúsculo em se tratando da melhor defesa do mundo (não me refiro aos quatro zagueiros, mas sim a toda a equipe) e do time titular de uma das oito melhores seleções da última Copa.

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A vitória foi legítima e muito merecida. Mas eu sou capaz de apostar que no momento do passe do Diego para o Kaká, antes dele chutar e o zagueiro tirar com a mão, o brasileiro estava impedido. Explico. Tinha um zagueiro embaixo do gol, mas ele era o último homem. O goleiro está à frente de Diego, mas atrás do Kaká.

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Mas fica elas por elas, já que o mesmo bandeirinha de Honduras ou Guatemala ou sei lá onde anulou um gol legítimo do Brasil quando estava 0 x 0.

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Sigo achando que o Nadson não pode ser da seleção. Mas retiro se alguma vez duvidei da capacidade do Nilmar.

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